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A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell... um dos blockbusters mais esperados de 2017, o filme se passa no futuro e conta a história da Major Mira Killian (Scarlett Johansson), que teve seu cérebro transplantado para um corpo inteiramente construído pela Hanka Corporation. Major logo é inserida no Section 9, um departamento da polícia local, e ela passa a combater o crime sob o comando de Aramaki (Takeshi Kitano) e tendo Batou (Pilou Asbaek) como parceiro. Só que, em meio à investigação sobre o assassinato de executivos da Hanka, ela começa a perceber certas falhas em sua programação que a fazem ter vislumbres do passado quando era inteiramente humana. A direção é do Rupert Sanders, que dirigiu o aceitável Branca de Neve e o Caçador de 2012, e aqui ele dirige muito bem as cenas de ação acerta em muitos enquadramentos que fazem lembrar a animação original de 1995, mas infelizmente a direção de atores é muito fraca. O roteiro não desenvolve bem os personagens, são todos muito mal escritos, além dos diálogos genéricos e sem inspiração. A interpretação da Scarlett Johansson é apenas ok, pois ela poderia estar bem mais a vontade no papel, assim como o resto do elenco, ninguém ganha um destaque aqui, pois como eu disse, a direção de atores é fraca. Visualmente o filme é impecável, a cinematografia é bonita e colorida, o design de produção é excelente e o figurino é sensacional. A trilha sonora não é nada marcante, diferente da animação de 1995, que tinha uma trilha memorável, aqui é apenas uma música esquecível. Ghost in the Shell é um filme visualmente brilhante e conta com cenas de ação muito boas, mas tem um roteiro problemático e conta com um elenco desperdiçado.