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Muitos são capazes de se emocionar com filmes a tal ponto de chorar. Entretanto, eu, que sou considerado por muitos como um “carne de pescoço”, sou levado às lágrimas de felicidade quando, pela enésima vez, assisto a Ratatouille - a magnífica animação da Disney.
São tantos elementos de extremo bom gosto na composição desta obra que chego a sentir saudades de algo que nunca vivi; amores que eu nunca senti; as luzes, os cenários, as cores, a maravilhosa canção “Le Festin” na voz de Camille (cantora, provavelmente francesa, cuja qual nada sei)... e até os aromas e sabores que libertam os meus sentidos e reconstroem meus sentimentos. Tão sofisticadamente simples quanto um prato de ratatouille, este filme me surpreende spoiler: da mesma forma que a Monsieur Ego - o crítico gastronômico, personagem da trama, que em seu texto no epilogo se rende a tudo que eu disse acima.
Tô assim agora... Ouvindo “Le Festin”... Apesar de eu não ter um boa iguaria e uma boa taça de vinho comigo, sinto-me completo.
Você já chorou com um sorriso alegre no rosto igual a um tolo?
Nada melhor.
Bon après midi!
São tantos elementos de extremo bom gosto na composição desta obra que chego a sentir saudades de algo que nunca vivi; amores que eu nunca senti; as luzes, os cenários, as cores, a maravilhosa canção “Le Festin” na voz de Camille (cantora, provavelmente francesa, cuja qual nada sei)... e até os aromas e sabores que libertam os meus sentidos e reconstroem meus sentimentos. Tão sofisticadamente simples quanto um prato de ratatouille, este filme me surpreende spoiler: da mesma forma que a Monsieur Ego - o crítico gastronômico, personagem da trama, que em seu texto no epilogo se rende a tudo que eu disse acima.
Tô assim agora... Ouvindo “Le Festin”... Apesar de eu não ter um boa iguaria e uma boa taça de vinho comigo, sinto-me completo.
Você já chorou com um sorriso alegre no rosto igual a um tolo?
Nada melhor.
Bon après midi!