Estevan Magno 007
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Star Wars: O Despertar da Força
Star Wars: O Despertar da Força
4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2016
Nostalgia...Euforia... e Satisfação. Esses foram os pilares que sustentaram a Força no coração e no pensamento dos milhares de jedis espalhados pelo planeta Terra.
Quando a Disney comprou a LucasFilm o boato de que um sétimo filme viria a compor a saga se espalhou entre os fãs de Darth Vader. Esse boato se concretizou, e os Lukes e Leias da vida real puderam saciar a espera na estreia do dia 17 de dezembro de 2015.
Essa data entra para história do cinema. Não só pelo fato de se tratar de uma das sagas mais queridas da Sétima Arte, mas também por reunir num só filme tudo o quê o cinema representa. O fato de reunir gerações em frente a telona, compartilhar histórias e se emocionar ao longo do tempo fez com que esse filme fosse mais do que só uma mercadoria da produtora.
Tudo bem, Harrison Ford podia mostrar mais gratidão ao filme que alavancou sua carreira. Mas nem a sua frieza foi capaz de segurar as lágrimas e delírios da plateia que ovacionava Han Solo e Cia. Esses aplausos se devem porque os roteiristas e diretores tiveram o carinho e o capricho para fazer a transição à uma nova era de seguidores. Evidenciado pelo respeito às personagens e aos fãs que foram homenageados em inúmeras cenas nostálgicas (diferente dos roteiristas de "O Hobbit" que fizeram um trabalho bem porco e não satisfizeram os seguidores do anel).
Outro aspecto marcante desse novo episódio foram os efeitos especiais, de altíssima qualidade, destacando os vôos da Millennium Falcon e os sabres de luz com cara nova.
Para me justificar aos fãs o porquê da classificação começo puxando saco do elenco. Estou surpreso com a excelente escolha de atores e a permanência dos clássicos, vale ressaltar o ator em ascensão Adam Driver interpretando o confuso e cativante Kylo Ren, ele fez rápida aparição em "Lincoln" e os holofotes vieram quando entrou para o elenco de "GIRLS" (série da HBO). E é justamente da analise dessa personagem que critico de leve a direção e principalmente os roteiristas que não desenvolveram muito bem sua cenas, seu personagem correu o risco de ficar conhecido como garoto mimado que quebra o cenário. Sem contar a falta inacreditável de criatividade: é filho de um lado da Força e pai do outro, é gente escondendo mapa no robô de novo, tem muita cópia e cola dos outros filmes.
Como eu sei que você vai assistir mesmo com os repetecos (e deve ir mesmo), alerto à você que ainda não contribuiu com os bilhões de dólares já arrecadados pelo mundo: vá preparado para se emocionar, para aplaudir, para dar muita risada, para rever velhos conhecidos e porque não chorar?! É isso mesmo, mesmo não sendo fanático pelo Universo, é de arrepiar quando LucasFilm aparece na tela seguido pelo susto inevitável da música tema. E é de partir o coração saber que teremos mais 3 anos até o episódio VIII. Pois é, vamos fazer muitas maratonas para esperar esse tempo muito, muito distante.