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Leve, cômico e de humor em extinção. Presenteie qualquer jovem nascido em meados dos anos noventa com O Grande Hotel Budapeste e você fará com que ele durma mais cedo na noite em que tentar assistir. Presenteie algum cinéfilo que já passou dos trinta e já tenha ouvido falar de Wes Anderson com o mesmo filme e ele levantará sua moral nas redes sociais. Assim eu vejo O Grande Hotel Budapeste, um filme de publico bem definido; ou se ama ou se odeia. O filme narra o depoimento de um escritor acerca de como ele conseguiu a história que dá nome a película, história que fora contado a ele pelo dono atual do hotel, esta contada de forma muito interessante assim como a própria história que envolve assassinatos, herança e algumas reviravoltas. O que se destaca é a atuação de Ralph Fiennes, como sempre aliás, e apesar do elenco ser recheado de estrelas como William Defoe, Jude Law e Bill Murray poucos têm espaço para mostrar algo a mais; Defoe se sai muito bem e seu personagem sequer tem diálogo, mas tem carisma. Não gosto de dar notas, professores dão notas e eu não lecionou em nenhuma faculdade de cinema e sequer o faço, no entanto, aqui tenho que postar as estrelinhas por isso deixarei no meio termo para que aqueles que amam este tipo de filme (como dividi acima) vejam o copo "meio cheio", e para aqueles que detestam vejam o copo "meio vazio".