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Este filme é um tributo ao ator, diretor, produtor, brasileiro Mazzaroppi. A opção do diretor foi manter a mesma linguagem de seus filmes. O caipira, sonhador, carrega a família para uma aventura que só cabe em seus sonhos. Pelo caminho enfrenta as assombrações do imaginário caipira e as assombrações reais que assombram o pequeno agricultor: o latifúndio, o avanço do capitalismo. O caipira de o. era isso, um Chaplin caboclo. A família, um pedaço de terra e um burro, sempre tratado como membro da família, além de uma fé religiosa muito forte.
Em tapete vermelho essa fórmula é repetida com atualizações: não existem mais cinemas, cujos prédios abrigam hoje grandes lojas e igrejas. O camponês agora é Sem-terra e o conflito aparece, e as lições desse combate e dessa resistência são usadas para o objetivo do personagem central: assistir um filme de Mazzaroppi com seu filho.
Matheus Narchtegaele, mais uma vez, arrebenta ao interpretar o caipira que toca viola, caprichando no sotaque do Vale do Paraíba.
Não é um filme sofisticado, portanto, pois segue a fórmula popular padrão de Mazzaroppi, contudo faz o tributo como deve ser feito, como muito se faz no cinema italiano. Sob esse olhar, precisa ser visto.
Em tapete vermelho essa fórmula é repetida com atualizações: não existem mais cinemas, cujos prédios abrigam hoje grandes lojas e igrejas. O camponês agora é Sem-terra e o conflito aparece, e as lições desse combate e dessa resistência são usadas para o objetivo do personagem central: assistir um filme de Mazzaroppi com seu filho.
Matheus Narchtegaele, mais uma vez, arrebenta ao interpretar o caipira que toca viola, caprichando no sotaque do Vale do Paraíba.
Não é um filme sofisticado, portanto, pois segue a fórmula popular padrão de Mazzaroppi, contudo faz o tributo como deve ser feito, como muito se faz no cinema italiano. Sob esse olhar, precisa ser visto.