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Efeito borboleta. Laços de tempo. Trata o tempo de modo linear, com ressalva do "portal", ou seja, dos laços. Diferente de considerar passado-presente-futuro concomitantes, mutuamente interagentes. Muito bom filme. Produção espanhola que me fez lembrar de "Abre Los Ojos", a jóia refilmada (com muito menos competência) como "Vanilla Sky". Recomendo! Veja.
Mais do mesmo, sem originalidade alguma, no tema "estão me caçando sei lá por qual motivo"... Se Deliverance marcou por criar uma real atmosfera e simbologia suficientes à captura plena do interesse, esse Caça Invisível apenas repete dúzias de filmes pobres que só ficam no limitadíssimo clichê do predador desconhecido que vai matando. FRACO!
É... Tem acontecido assim... Como os americanos não têm feito mais os filmes sob as temáticas e formatos mais "clássicos", espanhóis e alemães vêm suprindo esse nicho com competência. Suspense policialesco com ares de mistério. Prende a atenção. Depois decepciona um pouco exatamente por ficar nos limites estritos dos roteiros que tais... Mas é legal.
Não... Não decolou... A premissa é interessante: Sci-Fi com alien nos tempos da guerra fria, quando a Mir era um arrebatante avanço como única estação orbital tripulada. Mas ficou só nisso mesmo. Irrompe a velha ladainha do predador parasita que ninguém sabe como aportou ao módulo tripulado... Apareceu por lá e isso é tudo. O final é a repetição do sacrifício heróico do hospedeiro... Tudo fica misturado com uma inserção ...
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Não é um daqueles filmes que marcam, mas é interessante. O mistério progressivo compensa o ritmo um pouco lento. Há uma atmosfera amarga e despersonalizante, o que bem se coaduna com o enredo. É um terror/suspense totalmente imerso num contexto psicológico que garante um desfecho que tem, sim, originalidade. Legal. Entretém.
Consegue reler o tema "vampiros" junto com todas as variantes de "terror a bordo". Mas o faz com competência. Entretém. Traz um tempero de drama um pouco exagerado ao explorar a figura do filho criança super maduro. Mas não chega a comprometer. O final tem um pouco de excesso.
Bom suspense. O roteiro não é um primor de originalidade, mas não chega a ser um mero amontoado de clichês. A história prende e trafega por variantes que não são forçadas. O desfecho é razoável. Cai naquilo: o filme explora um nicho que tem suas características, de modo que, uma vez garantido o entretenimento, bem executado terá sido o trabalho. Uma perseguição obsessiva que recai sobre a protagonista e vai se tornando asfixiante e perigosa. Bom.
O tema do homem criando um ser robótico. Mas é mais que isso. A trama progride em ritmo de drama, o que bem se coaduna com o teor da história. Envolve inteligência artificial e a armazenagem de memórias humanas para reinserção. Bem no fim os aspectos aparentemente sob excessiva fantasia ganham maior consistência com uma sutil mas total reviravolta. Para fãs do tema. Bom.
Terror fundado em seita vocacionada ao Caos. Repete-se o roteiro de um canal para o lado mais sombrio da existência. Sem vinculações com parâmetros comuns à escatologia bíblica, é o mal pelo mal, despersonificado. Com flash-backs intercalados, a história exige atenção até o ápice, quando tudo fica "explicado" segundo deseje interpretar o espectador. É uma quase apologia ao antiquíssimo orientalismo de "maya", tudo é ilusão, além ...
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Drama mais para thriller. Tema simples em que um trauma de infância renova-se entre duas irmãs num acidente de mergulho. Tudo gira em torno das irmãs, com boas interpretações. Bem conduzido, mantém a tensão até o último minuto. Bom! Entretém.
Aliens em guerra com humanos. Muito bem elaborado em termos de efeitos e atuações. O enredo não tem como inovar muito, mas engendraram um salto no tempo como meio de dar solução ao tema. Sci-Fi que prende e tem os requisitos dramáticos para criar empatia com os personagens. Não, não ficou apenas nos combates. Foi além. Bom!
Inspiração hitchcokiana? Sem dúvida. Mas feito com competência e boas atuações de Dillon e Young. Realmente não inova, mas não seria essa a intenção eu creio. Afinal, se um estilo e estética são adotados, não é para criar novidades. O que importa é que a trama prende e o suspense noir fica garantido. Bom! Ainda do tempo em que o cinema era mais artístico do que espetacular... Sem spoiler para não estragar. A resenha já praticamente faz isso...
Um imenso conjunto de clichês. A casa com histórico trevoso. As influências. Vizinhos que mal dissimulam o pretérito. Sessão espírita... Tá tudo lá. Entretém. Somente.
Além de corresponder, nos aspectos mais relevantes, à realidade dos fatos, o filme é muito bem conduzido. Denzel e Russel estão muito bem. Acho que Russel Crowe é ainda mais plástico que Washington, encarnando todo tipo de personagem muito bem. A história se desdobra mantendo o interesse em ver como se deu a primeira grande guinada no caos de corrupção da polícia de Nova York. Três quartos do departamento de narcóticos foi para a ...
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Uma atroz tentativa de fazer algo ao estilo Rodriguez ou Tarantino, ou uma mistura... Muito ruim... Tudo forçado demais. O tom psicodélico se perde na pobreza e inconsistência de efeitos pedantes e exagerados. Cavaleiros "apocalípticos" que lembram rascunhos dos cenobitas de Hellraiser... Cage despenca vertiginosamente abaixo das solas do que já foi um dia (Despedida de Las Vegas, Cidade dos Anjos etc). Muito ruim. De mal gosto. Sem liga...
É apontado como uma referência pelo pessoal da ufologia. De fato, retrata um dos mais importantes casos de abdução. Por consequência, um dos mais polêmicos também. Travis Walton ganhou dinheiro com livros acerca dos fatos, o que, para muitos, desmerece a credibilidade (será?). Vale ser visto. É bom. Destoa um pouco da descrição feita pelo próprio Travis, mas fica por conta de licença poética.
História que flui do terror para a ficção, sempre com sabor de suspense. A trama não se compromete com a ótica mística, assumindo teor bem mais "cientificista". A mente é um contexto de informações arquiváveis? Seria possível transferir a mente de um a outro cérebro?
O filme prende e toca em seu aspecto dramático. O final dá ensejo a uma continuação, mas ficou quase pueril. Interessante.
O filme prende e toca em seu aspecto dramático. O final dá ensejo a uma continuação, mas ficou quase pueril. Interessante.
Uma porcariona deliciosa de se ver... Para quem tem 40 ou 50 anos (ou mais), é um retorno às produções dos anos 80, com todos os exageros, defeitos e sabor muito próprio daquela época. Terror teen que não pretende inovar em nada. Lá estão eles once again! Os teenagers na floresta, com direito a laguinho, e... Não, seria spoiler! Se você gosta ou se regozija com as recordações, VEJA! Mas só se for assim!
Filme ganhador de Oscar. Refilmagem bem recente da Netflix, com ótimo nível. Atores muito competentes. História relativamente simples mas que compõe um enredo de crescente mistério. Felizmente não se tentou fazer uma "abordagem inovadora", coisa que, com raras exceções, leva a maus resultados. Faz, mesmo, lembrar os bons filmes de antanho. Uma jovem simples se vê mergulhada nos meandros inconfessáveis da alta aristocracia britânica. Muito bom
Produzido sob formato de tela e som sugestivos das filmagens contemporâneas à época retratada (1960), aborda uma investigação, feira por dois padres, acerca de alegados milagres em uma instituição católica, gerenciada por freiras, que abrigava ex-prostitutas, mulheres sem destino, mães solteiras, doentes mentais etc. Os padres vão progressivamente conhecendo o caos das internas e a presença do Mal. É garantia de clima denso e alguns ...
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Filme que leva o espectador para a cena. Tomadas perfeitas. Imagens fantásticas. Ambientação primorosa. Dois jovens cabos britânicos encarregados de levar uma mensagem através das linhas de combate. Imersão total, tanto tecnicamente como pelo envolvimento aos personagens. Exibe o que a historiografia nos conta, mostrando como a I Guerra foi sangrenta na exata medida em que muitos combatentes nem tinham noção do que era uma guerra. Os ...
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Um suspense que, conquanto sem grandes atributos, termina trazendo curiosidade acerca do desfecho. Traz relações humanas, traição, a batida reviravolta ao estilo "te enganei mas depois me apaixonei"... Sim, tem clichês. Mas entretém. As atuações são boas, sem nota de destaque. O detetive é um pouco canastrão mas foi, talvez, prejudicado pelo roteiro que termina a história de modo um tanto abrupto. Se não tiver nada melhor, veja.
Um filme feito aos moldes do cinema dos anos 80/90. Suspense que prende pelo mistério. A protagonista busca o irmão em meio a uma teia de questões não resolvidas. Não vale dizer muito para não antecipar o que o filme mostra passo a passo. Se você gosta de um suspense clássico, daqueles sem concessões, veja. Bom filme. Val Kilmer, mesmo decadente e sem protagonismo, tem boa atuação.
O roteiro em si não é muito original, mas a condução da história é bem feita. É um misto de ficção, suspense, terror, drama psicológico. A ambientação da nave, que de início parece tosca, na verdade é muito boa. Com a Terra exaurida, parte a nave para colonizar outro orbe. O clichê para aí. Há mutantes, difíceis giros psicológicos, até o desfecho não presumível. Entretém em bom nível.
Theron reafirma seu ótimo desempenho em filmes de ação. A trama reúne também elementos de fantasia e ficção. Bem conduzido, mantém bom ritmo e o enredo aproveita a liberdade que histórias desse tipo ensejam. Guardiões da humanidade já foram abordados em outros filmes mas aqui se vê um tempero de gratuidade que põe a protagonista numa crise existencial. Só com o decorrer dos fatos se reajusta diante de seus propósitos. Deixa um ...
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O original de 1990, com Julia Roberts, Sutherland, Baldwin, Bacon, tem mais punch como "terror". Mas exatamente a releitura mais "sci-fi" de 2017 (com pimenta de horror) deixou tudo com um matiz que desperta maior interesse por parte de quem deseja mais que um mero filme com sustos e eventuais fantasmas. Curioso... O elenco original era mais estelar; o roteiro atual é mais interessante. E Sutherland, que era um dos jovens médicos em 1990, ...
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Para fãs da série Dark, apesar de ser bem diferente... Não é propriamente um salto no tempo, mas sim a concomitância de duas realidades paralelas, dissonantes em alguns dias, que, por algum motivo, se tocam e interagem através do celular de uma das personagens. A trama é bem urdida e garante surpresas até o final. Se assistir, faça com atenção. Bom.
Novamente, críticas por clichês etc... Cinema é entretenimento e no módulo "ficção" a licença poética é bem extensa... Ainda assim, nesta altura do mundo cinematográfico é praticamente impossível não repisar temas. O filme tem um ritmo que prende a atenção desde o começo e ocupa todo o espaço ficcional sob tensão crescente, o que garante o interesse. É ficção acerca do mundo subaquático abissal, com seus terríveis ...
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A diferença entre o remédio e o veneno é a dose... Uma pessoa tida como boa pode fazer coisas aberrantes diante de certas circunstâncias, notadamente emocionais. Junte o imprevisto e - voilà! - tudo pode ficar confuso. Um médico e sua paciente. Uma paixão inesperada. Orlando Bloom está bem como o jovem médico residente emocionalmente frágil mas capaz de, enfim, agir... Entretém.
Caso real. Vale uma pesquisa no Google sobre "Lizzie Borden". As atrizes estão muito bem. O filme é lento, arrastado, mas prende pelo contexto de densidade dos fatos narrados. Veja.
McAvoy desfila seu talento com esse personagem, convencendo muito ao construir o Transtorno Dissociativo de Identidade (a antiga "múltipla personalidade"). A direção de Shyamalan é ótima, progredindo a história de modo a prender a atenção. Vai tudo num crescendo que prepara o espectador para o contexto final. Ótimo suspense.
Prende... Não gera grandes expectativas, tampouco surpreende. Mas mantém a curiosidade sobre como vão terminar as coisas. Um grupo de mocurebas que tentam dar uma de espertos... Com pitadas de drama (quase clichês). Mas prende...
Lembra H P Lovecraft... Mas o grande toque não é propriamente um argumento de horror. Fica bem mais num drama fantástico. A ambientação no início do séc. XX é ótima e se coaduna bem com o clima da história. O cinema espanhol é muito bom. Ainda tem a Magia que os americanos simplesmente já não conseguem mais encontrar. Bom!
Amargo... Muito mais que triste, o filme é amargo. Não tem preocupações nem condescendências com os personagens. É uma história de total amargor, sobre como a vida pode ser abjeta e sem propósito.
Cinema é entretenimento. Fundamentalmente. Há filmes majestosos e há os que são feitos para divertir. Esse é desse tipo. Tem um excelente elenco e a história em momento algum promete nada além de prender o expectador num enredo de romance cheio de uma leve comédia. É suficiente.
Bem ritmado. Produção muito boa. Elenco competente. A história da excêntrica Sarah Winchester e sua Casa destinada a "acertos cármicos" dos que morreram pelo conhecidíssimo rifle homônimo é contada de forma clássica, sem grandes inovações de estética. Mas funciona bem. Dá vontade de ir ao Google pesquisar. Mas isso só serve para tirar a graça que a magia do cinema esculpe. Bom filme.