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A jovem Hanna (Esme Creed-Miles) vive reclusa com o pai Erik (Joel Kinnaman) em um inóspito local ao norte da Finlândia. A razão pela escolha do isolamento passa por complicadas decisões envolvendo a CIA e projetos questionáveis do governo norte americano. Mesmo com todos os cuidados, pai e filha são descobertos e precisam lidar com agentes que buscam freneticamente capturá-los, levando-os a uma revanche mortal contra seus algozes e o desvendar de delicados segredos militares.
Produzida pela Amazon Prime, o seriado HANNA entrega uma história que se desenrola pouco a pouco ao longo de seus 8 episódios sem se apressar em demasia com a narrativa, explicando moderadamente aquilo que precisa ser detalhado. Há muitas situações que o roteiro decidiu manter na balança para equilibrar a transição para uma já anunciada segunda temporada, no entanto, não fragiliza o resultado final da season inicial. Elementos como a explicação formal do projeto que resulta em super-soldados são deixados parcialmente em aberto, focando os esforços na sobrevivência de pai e filha ao mesmo tempo que vai limando os obstáculos criados pela vilã Marissa (Mireille Enos).
O desenrolar dos episódios tem diversos personagens que auxiliam nas descobertas da protagonista, o que torna o seriado ainda mais interessante, haja vista que ela viveu reclusa e mal conhece o conceito de socialização, incluindo aí relacionamentos e tecnologias tão presentes na geração millennials. Essa expansão narrativa gera empatia com os personagens, pois permite uma fluência curiosa e corrida de descobertas que normalmente se conquista ao longo dos anos.
A qualidade do elenco, em especial a dupla de protagonistas, faz da primeira temporada de Hanna um aperitivo divertido e cheio de boas idéias, nem sempre criativas, mas com resultados na medida do entretenimento. As boas doses de ação também ampliam as expectativas que, embora tenham lá seus clichês, ainda sim denotam qualidade na medida para quem não espera um divisor de águas. O seriado é sim uma boa pedida e deixa algumas pontas soltas para uma curiosa segunda temporada.
Produzida pela Amazon Prime, o seriado HANNA entrega uma história que se desenrola pouco a pouco ao longo de seus 8 episódios sem se apressar em demasia com a narrativa, explicando moderadamente aquilo que precisa ser detalhado. Há muitas situações que o roteiro decidiu manter na balança para equilibrar a transição para uma já anunciada segunda temporada, no entanto, não fragiliza o resultado final da season inicial. Elementos como a explicação formal do projeto que resulta em super-soldados são deixados parcialmente em aberto, focando os esforços na sobrevivência de pai e filha ao mesmo tempo que vai limando os obstáculos criados pela vilã Marissa (Mireille Enos).
O desenrolar dos episódios tem diversos personagens que auxiliam nas descobertas da protagonista, o que torna o seriado ainda mais interessante, haja vista que ela viveu reclusa e mal conhece o conceito de socialização, incluindo aí relacionamentos e tecnologias tão presentes na geração millennials. Essa expansão narrativa gera empatia com os personagens, pois permite uma fluência curiosa e corrida de descobertas que normalmente se conquista ao longo dos anos.
A qualidade do elenco, em especial a dupla de protagonistas, faz da primeira temporada de Hanna um aperitivo divertido e cheio de boas idéias, nem sempre criativas, mas com resultados na medida do entretenimento. As boas doses de ação também ampliam as expectativas que, embora tenham lá seus clichês, ainda sim denotam qualidade na medida para quem não espera um divisor de águas. O seriado é sim uma boa pedida e deixa algumas pontas soltas para uma curiosa segunda temporada.