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A Beleza Real.
O ano de 1991 marcou época no cinema por uma razão bem peculiar, uma das produções Disney conseguiu atingir a academia do Oscar com uma indicação de melhor filme, isso em um período em que não existia categorias para animações. Mas não é por menos, uma vez que a história da jovem Bela é não menos que imersiva. Moradora de uma pacata cidade francesa, ela é considerada por muitos como estranha, já que não dispõe de uma personalidade comum e se dedica a enxergar muito além do físico que o ser humano ostenta. Cortejada pelo másculo Gaston, que detém pinta de conquistador, o sujeito em nada desperta atenção na garota, sendo que Bela passa a conhecer mais sobre o mundo ao descobrir e o valor da vida no castelo que abriga um amaldiçoado príncipe.
Notavelmente, A BELA E A FERA conseguiu não só ostentar uma justíssima indicação ao Oscar, mas dar um grande passo na mudança de direção das animações clássicas do estúdio: valorizar a inteligência feminina em detrimento ao desejo de simplesmente achar um marido. Não só bem aceito pelo público, o conceito foi aos poucos se expandindo e hoje, na segunda década do século XXI, já tem se tornado lugar comum.
A narrativa inteligente e humana caminha lado a lado com traços encantadores de um filme espetacular. Há grande mescla de pequenas casas de cidadezinhas suburbanas com florestas sombrias e um onipotente castelo medieval, tudo funcionando na medida do roteiro brilhante de Roger Allers, Linda Woolverton, Rob Minkoff e Chris Sanders. As canções que pontuam a narrativa de forma divertida não cansam e se situam entre as mais bem compostas do estúdio.
Contando com um design notável, roteiro humano e tocante, a animação de 1991 já está na posteridade por desafiar o lugar comum, mostrando uma protagonista forte e decidida, capaz de mostrar que está longe de ser mais uma princesa indefesa. A história com personagens bem desenvolvidos é audaciosa e mostra que a Disney sempre almejou dar asas à criatividade de seus artistas.
O ano de 1991 marcou época no cinema por uma razão bem peculiar, uma das produções Disney conseguiu atingir a academia do Oscar com uma indicação de melhor filme, isso em um período em que não existia categorias para animações. Mas não é por menos, uma vez que a história da jovem Bela é não menos que imersiva. Moradora de uma pacata cidade francesa, ela é considerada por muitos como estranha, já que não dispõe de uma personalidade comum e se dedica a enxergar muito além do físico que o ser humano ostenta. Cortejada pelo másculo Gaston, que detém pinta de conquistador, o sujeito em nada desperta atenção na garota, sendo que Bela passa a conhecer mais sobre o mundo ao descobrir e o valor da vida no castelo que abriga um amaldiçoado príncipe.
Notavelmente, A BELA E A FERA conseguiu não só ostentar uma justíssima indicação ao Oscar, mas dar um grande passo na mudança de direção das animações clássicas do estúdio: valorizar a inteligência feminina em detrimento ao desejo de simplesmente achar um marido. Não só bem aceito pelo público, o conceito foi aos poucos se expandindo e hoje, na segunda década do século XXI, já tem se tornado lugar comum.
A narrativa inteligente e humana caminha lado a lado com traços encantadores de um filme espetacular. Há grande mescla de pequenas casas de cidadezinhas suburbanas com florestas sombrias e um onipotente castelo medieval, tudo funcionando na medida do roteiro brilhante de Roger Allers, Linda Woolverton, Rob Minkoff e Chris Sanders. As canções que pontuam a narrativa de forma divertida não cansam e se situam entre as mais bem compostas do estúdio.
Contando com um design notável, roteiro humano e tocante, a animação de 1991 já está na posteridade por desafiar o lugar comum, mostrando uma protagonista forte e decidida, capaz de mostrar que está longe de ser mais uma princesa indefesa. A história com personagens bem desenvolvidos é audaciosa e mostra que a Disney sempre almejou dar asas à criatividade de seus artistas.