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Desesperado pela total ausência de informações dadas pelas autoridades após o sumiço da filha, David Kim (John Cho) resolve assumir uma busca paralela por conta própria. Sua principal fonte está no computador da filha, contendo um amontado de informações e contatos virtuais de pessoas as quais representam o único meio capaz de levar ao verdadeiro paradeiro da jovem Margot (Michelle La).
Neste interessantíssimo "BUSCANDO...", o diretor estreante Aneesh Chaganty inova ao tirar proveito de uma perspectiva que aborda a subjetividade plana como sua ferramenta prioritária na construção da narrativa. Todo o filme é montado como se estivéssemos dentro do computador diante do protagonista, ou visualizando o mesmo que ele, sempre alternando entre ferramentas próprias das redes sociais tão comuns na tecnologia contemporânea. Explicar essa sensação é quase impossível, uma vez que os sentimentos que vão sendo explorados em nossa mente são literalmente indescritíveis em essência.
O enredo cria momentos nos quais somos levados a construir mentalmente situações que nossa bagagem social irá ditar, seja ela boa ou ruim. Esse mérito nos condiciona não só a ansiar pela próxima descoberta, mas também aproveitar o entretenimento sem conseguir piscar. A montagem que explora muito bem recursos computacionais desde a época do Windows XP, seja por meio de imagens ou sons é um deleite para os mais atentos. Sem deixar de citar a existência de boas reviravoltas e um final surpreendente.
Talvez uma das maiores vantagens do cinema seja sua total capacidade de fazer uso de elementos muito comuns na sétima arte, criando momentos, senão inovadores, únicos. Com 2 anos gastos no processo de pós-produção, o resultado é notável em todos os seus aspectos, invariavelmente tornado-se um filme singular em sua proposta, na qual o entretenimento é garantido de forma plena.
Neste interessantíssimo "BUSCANDO...", o diretor estreante Aneesh Chaganty inova ao tirar proveito de uma perspectiva que aborda a subjetividade plana como sua ferramenta prioritária na construção da narrativa. Todo o filme é montado como se estivéssemos dentro do computador diante do protagonista, ou visualizando o mesmo que ele, sempre alternando entre ferramentas próprias das redes sociais tão comuns na tecnologia contemporânea. Explicar essa sensação é quase impossível, uma vez que os sentimentos que vão sendo explorados em nossa mente são literalmente indescritíveis em essência.
O enredo cria momentos nos quais somos levados a construir mentalmente situações que nossa bagagem social irá ditar, seja ela boa ou ruim. Esse mérito nos condiciona não só a ansiar pela próxima descoberta, mas também aproveitar o entretenimento sem conseguir piscar. A montagem que explora muito bem recursos computacionais desde a época do Windows XP, seja por meio de imagens ou sons é um deleite para os mais atentos. Sem deixar de citar a existência de boas reviravoltas e um final surpreendente.
Talvez uma das maiores vantagens do cinema seja sua total capacidade de fazer uso de elementos muito comuns na sétima arte, criando momentos, senão inovadores, únicos. Com 2 anos gastos no processo de pós-produção, o resultado é notável em todos os seus aspectos, invariavelmente tornado-se um filme singular em sua proposta, na qual o entretenimento é garantido de forma plena.