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O jovem Aladdin (Mena Massoud) vive da prática de pequenos furtos na bela cidade de Agrabah. Durante uma de suas incursões, ele conhece e decide ajudar a simpática Jasmine (Naomi Scott) a recuperar um precioso bracelete. A ação não só é bem sucedida como também desperta a atenção de Aladdin que, sem saber se tratar da princesa local, resolve ir até o castelo do sultanato para realizar uma surpresa. No entanto, o jovem é descoberto pelo grão-vizir Jafar (Marwan Kenzari), forçando-o a uma missão que pode mudar a vida de todos pela presença de um simpático gênio (Will Smith) azulado.
A exemplo de grandes obras da Disney transpostas para live action, ALADDIN mantém a grande maioria dos elementos que fizeram dele um sucesso absoluto no começo dos anos 90. Estão lá os personagens carismáticos, o vilão inescrupuloso e manipulador, a princesa que deseja ir além das paredes palacianas, belas canções e muito, mas muito bom humor com o timing perfeito do astro Will Smith. Tudo misturado em um caldeirão narrativo que diverte não só pelas piadas, mas também pelas canções que estão alinhadas devidamente ao proposto pelo longa.
Embora seja sua primeira incursão em musicais, o cineasta (que aqui também é roteirista) Guy Ritchie se sai muito bem, conduzindo cenas que casam brilhantemente com a mitologia proposta pela história, tanto na parte coreográfica quanto na bela montagem. Por falar em beleza, há de se destacar a grande riqueza de cores fortes, coloridas e que dão vida a seus ambientes como pouco se vê, soberbamente bem aproveitadas pela fotografia que sabe onde deve focar. Sem deixar de citar como a presença do CG permitiu criar situações ricas em conteúdo, embora com nítidos momentos de artificialidade causados pelos conflitos com a iluminação.
Após suas mais de 2h, ALADDIN consegue não só ser mais um virtuoso representante dos remakes da Disney como também propiciar entretenimento regrado com diversão, bom humor e satisfação garantida... além de nos fazer sair de frente da telinha cantando de forma desajustada "pã ran pã... pã ran pã".
A exemplo de grandes obras da Disney transpostas para live action, ALADDIN mantém a grande maioria dos elementos que fizeram dele um sucesso absoluto no começo dos anos 90. Estão lá os personagens carismáticos, o vilão inescrupuloso e manipulador, a princesa que deseja ir além das paredes palacianas, belas canções e muito, mas muito bom humor com o timing perfeito do astro Will Smith. Tudo misturado em um caldeirão narrativo que diverte não só pelas piadas, mas também pelas canções que estão alinhadas devidamente ao proposto pelo longa.
Embora seja sua primeira incursão em musicais, o cineasta (que aqui também é roteirista) Guy Ritchie se sai muito bem, conduzindo cenas que casam brilhantemente com a mitologia proposta pela história, tanto na parte coreográfica quanto na bela montagem. Por falar em beleza, há de se destacar a grande riqueza de cores fortes, coloridas e que dão vida a seus ambientes como pouco se vê, soberbamente bem aproveitadas pela fotografia que sabe onde deve focar. Sem deixar de citar como a presença do CG permitiu criar situações ricas em conteúdo, embora com nítidos momentos de artificialidade causados pelos conflitos com a iluminação.
Após suas mais de 2h, ALADDIN consegue não só ser mais um virtuoso representante dos remakes da Disney como também propiciar entretenimento regrado com diversão, bom humor e satisfação garantida... além de nos fazer sair de frente da telinha cantando de forma desajustada "pã ran pã... pã ran pã".