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Sitiados em uma estação espacial internacional e liderados pela especialista em segurança Miranda North (Rebecca Ferguson), um grupo de seis astronautas têm como missão principal estudar amostras coletadas em solo do planeta Marte. Sob a responsabilidade do cientista Hugh Derry (Ariyon Bakare), um pequeno ser unicelular é despertado após alguns estímulos e passa a demonstrar uma capacidade impressionante em se adaptar, tanto ao ambiente quanto a situações inóspitas. O caso chama atenção do grupo que passará a lidar com o desconhecido enquanto busca meios para sobreviverem em um espaço confinado e com poucos recursos.
A primeira cena do longa VIDA é um belíssimo plano sequência idealizado para ilustrar não só o ambiente no qual será desenvolvida a história, mas também para colocar o espectador diante das eventuais dificuldades inerentes a este tipo de local. A apresentação já dá uma ótima impressão do longa de Daniel Espinosa, que segue moldado por bons momentos de tensão graças às possibilidades de uso da câmera diante da total falta de gravidade, fazendo a criatividade fluir sempre que permitido.
Tecnicamente o filme chama atenção, afinal de contas temos uma grande produção custeada pelos estúdios SONY, entretanto, narrativamente não se tem algo compatível com a investida. O elenco é carismático e composto de excelentes profissionais subutilizados; a trama principal começa bem e acaba caindo no lugar comum, pouco apresentando como novidade si-fi; no frigir dos ovos, o entretenimento vai depender do que exigir o expectador, podendo sair do uniforme e curtir a tensão desde que não se fragilize com as esperanças de novidades, culminando com um final que certamente divide opiniões. Vale a curiosidade...
A primeira cena do longa VIDA é um belíssimo plano sequência idealizado para ilustrar não só o ambiente no qual será desenvolvida a história, mas também para colocar o espectador diante das eventuais dificuldades inerentes a este tipo de local. A apresentação já dá uma ótima impressão do longa de Daniel Espinosa, que segue moldado por bons momentos de tensão graças às possibilidades de uso da câmera diante da total falta de gravidade, fazendo a criatividade fluir sempre que permitido.
Tecnicamente o filme chama atenção, afinal de contas temos uma grande produção custeada pelos estúdios SONY, entretanto, narrativamente não se tem algo compatível com a investida. O elenco é carismático e composto de excelentes profissionais subutilizados; a trama principal começa bem e acaba caindo no lugar comum, pouco apresentando como novidade si-fi; no frigir dos ovos, o entretenimento vai depender do que exigir o expectador, podendo sair do uniforme e curtir a tensão desde que não se fragilize com as esperanças de novidades, culminando com um final que certamente divide opiniões. Vale a curiosidade...