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Pelos Ares.
Tratar ações de guerra que visam controle do terrorismo, geralmente, tende a ser questionável em sua essência, mesmo quando o foco são as consequências dessa tratativa. Ethan Hawke interpreta Tommy Egan, um oficial da Força Aérea americana cuja função é o monitoramento (via drones) e ataque em potenciais locais onde estão terroristas ou pessoas ligadas a eles. Em decorrência de tais ataques, muitos civis e inocentes acabam se ferindo ou morrendo, algo que deixa Tommy atormentado psicologicamente e com sérias dificuldades para separar decisões questionáveis do governo e crenças pessoais.
O teor tratado pelo roteiro é interessante do ponto de vista ético, pois as decisões para cada morte sempre consideram elementos rasos e raramente com justificativas palpáveis. O grande problema é que a falta de carisma de Hawk deixa o personagem sofrer de maneira artificial, fazendo de muitas situações algo plenamente roteirizado. As boas intenções do diretor e também roteirista Andrew Niccol são visíveis, mas falta talento para implementá-las de fora convincente. Vale apenas como módico passatempo para os mais pacientes.
Tratar ações de guerra que visam controle do terrorismo, geralmente, tende a ser questionável em sua essência, mesmo quando o foco são as consequências dessa tratativa. Ethan Hawke interpreta Tommy Egan, um oficial da Força Aérea americana cuja função é o monitoramento (via drones) e ataque em potenciais locais onde estão terroristas ou pessoas ligadas a eles. Em decorrência de tais ataques, muitos civis e inocentes acabam se ferindo ou morrendo, algo que deixa Tommy atormentado psicologicamente e com sérias dificuldades para separar decisões questionáveis do governo e crenças pessoais.
O teor tratado pelo roteiro é interessante do ponto de vista ético, pois as decisões para cada morte sempre consideram elementos rasos e raramente com justificativas palpáveis. O grande problema é que a falta de carisma de Hawk deixa o personagem sofrer de maneira artificial, fazendo de muitas situações algo plenamente roteirizado. As boas intenções do diretor e também roteirista Andrew Niccol são visíveis, mas falta talento para implementá-las de fora convincente. Vale apenas como módico passatempo para os mais pacientes.