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Muito Além de Uma História.
A expansão do universo Star Wars no cinema tem levado os não fãs a conhecer mais de perto certos detalhes que possuem grande relevância, mas acabaram ficando no limbo do esquecimento devido a grandeza da saga. Neste Rogue One, a narrativa nos faz acompanhar Jyn Erso (Felicity Jones), uma jovem que foi separada da família devido a interesses do império no conhecimento de seu pai para a construção da Estrela da Morte. Anos depois, a garota acaba se juntando a Aliança Rebelde para não só descobrir planos que podem fragilizar a enorme empreitada do império, como também trazer a tona verdades sobre seu passado.
Do ponto de vista estético, não há o que reclamar, pois Rogue One é de um cuidado fenomenal tanto na ambientação, nos seres interplanetários, efeitos visuais e tudo o mais que sempre preenche a telinha neste tipo de produção. Também não deveria ser diferente, haja vista que a Disney não tem medido esforços após a aquisição da Lucas Arts, no entanto, faltou um certo tempero no cuidado da trama. Não que a trajetória de Erso e a aliança seja ruim, mas a sensação que passa é a de que este é um presente para fãs, simplesmente por lançar duas horas de um elemento pontual da franquia. Em diversos momentos, os personagens secundários é que fazem a atenção se mantida, haja vista que nem mesmo a competente Felicity Jones justifica o protagonismo.
Também trazendo personagens novos, como Capitão Cassian Andor (Diego Luna) e Chirrut Imwe (Donnie Yen), ROGUE ONE - UMA HISTÓRIA STAR WARS figura mais para "fanservice" do que uma grande obra cinematográfica. Nem de longe chega a ser ruim, mas o episódio VII foi uma refeição bem mais apetitosa e deixou gosto de quero mais.
A expansão do universo Star Wars no cinema tem levado os não fãs a conhecer mais de perto certos detalhes que possuem grande relevância, mas acabaram ficando no limbo do esquecimento devido a grandeza da saga. Neste Rogue One, a narrativa nos faz acompanhar Jyn Erso (Felicity Jones), uma jovem que foi separada da família devido a interesses do império no conhecimento de seu pai para a construção da Estrela da Morte. Anos depois, a garota acaba se juntando a Aliança Rebelde para não só descobrir planos que podem fragilizar a enorme empreitada do império, como também trazer a tona verdades sobre seu passado.
Do ponto de vista estético, não há o que reclamar, pois Rogue One é de um cuidado fenomenal tanto na ambientação, nos seres interplanetários, efeitos visuais e tudo o mais que sempre preenche a telinha neste tipo de produção. Também não deveria ser diferente, haja vista que a Disney não tem medido esforços após a aquisição da Lucas Arts, no entanto, faltou um certo tempero no cuidado da trama. Não que a trajetória de Erso e a aliança seja ruim, mas a sensação que passa é a de que este é um presente para fãs, simplesmente por lançar duas horas de um elemento pontual da franquia. Em diversos momentos, os personagens secundários é que fazem a atenção se mantida, haja vista que nem mesmo a competente Felicity Jones justifica o protagonismo.
Também trazendo personagens novos, como Capitão Cassian Andor (Diego Luna) e Chirrut Imwe (Donnie Yen), ROGUE ONE - UMA HISTÓRIA STAR WARS figura mais para "fanservice" do que uma grande obra cinematográfica. Nem de longe chega a ser ruim, mas o episódio VII foi uma refeição bem mais apetitosa e deixou gosto de quero mais.