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Funcionário do setor de correspondências de uma empresa, o introvertido Lemuel Gulliver (Jack Black) leva a vida evitando contato com seus superiores a todo custo, inclusive a editora do jornal Darcy Silverman (Amanda Peet), interesse romântico de longa data. Ao ser motivado por um colega de trabalho a se declarar, ele se enrola e acaba aceitando de Darcy a tarefa de viajar em busca de histórias para o jornal, entretanto, o local direcionado não é bem o que ele planejava, já que é habitado por seres diminutos e pouco receptivos.
O amalucado Jack Black se envolve em todo tipo de produção que possa tirar proveito de seu jeito de atuar, embora nem sempre isso se converta em algo realmente produtivo. AS VIAGENS DE GULLIVER tem sim suas mensagens costuradas ao longo da história, mas estas são exageradamente infantis e sonsas, o que quase nunca combina com o festival de caretas e excessos de Black, deixando o longa cansativo para quem tem mais de 5 anos.
Os efeitos visuais nitidamente exaltados pelo uso do chroma key torna tudo ainda mais bobinho, deixando apenas os elementos pop, incluindo canções, cartazes, músicas e tudo que pôde ser adaptado, interessante. Mesmo com um bom elenco e boas pretensões, o resultado com menos de 80 min é bem ruinzinho.
O amalucado Jack Black se envolve em todo tipo de produção que possa tirar proveito de seu jeito de atuar, embora nem sempre isso se converta em algo realmente produtivo. AS VIAGENS DE GULLIVER tem sim suas mensagens costuradas ao longo da história, mas estas são exageradamente infantis e sonsas, o que quase nunca combina com o festival de caretas e excessos de Black, deixando o longa cansativo para quem tem mais de 5 anos.
Os efeitos visuais nitidamente exaltados pelo uso do chroma key torna tudo ainda mais bobinho, deixando apenas os elementos pop, incluindo canções, cartazes, músicas e tudo que pôde ser adaptado, interessante. Mesmo com um bom elenco e boas pretensões, o resultado com menos de 80 min é bem ruinzinho.