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Os investimentos em diversidade realizados pela gigante Disney, após aquisição da Marvel, são destacáveis. Suas produções vem mantendo uma qualidade notável em diversos aspectos, inclusive ao fugir das regras do tradicionalismo e estereótipos ao sempre manter respeito pelos personagens que participam das grandes produções, como é o caso do excelente PANTERA NEGRA.
Pouco conhecido pelo público que não é fã das HQs, T'Challa (Chadwick Boseman), ganhou certa notoriedade com o soberbo Guerra Civil, mas que revela-se ainda mais independente do ponto de vista narrativo com seu filme solo. A produção destaca-se em muitos elementos, inclusive naqueles que vem dando certo nos filmes da Disney: a história e ação.
Embora seja um filme de origem (ou quase isso), PANTERA NEGRA amplia o UCM de tal forma que faz do personagem um elemento ponderante ao falar do estúdio, principalmente porque ele caiu como um luva para o ótimo Boseman. As brincadeiras a lá Q (James Bond) de Shuri (Letitia Wright) se ajustam incrivelmente bem ao contexto da fantástica Wakanda que, mesmo diante das intempéries de seus vilões, casam bem dentro de uma história criativa e incrivelmente produtiva.
Pouco conhecido pelo público que não é fã das HQs, T'Challa (Chadwick Boseman), ganhou certa notoriedade com o soberbo Guerra Civil, mas que revela-se ainda mais independente do ponto de vista narrativo com seu filme solo. A produção destaca-se em muitos elementos, inclusive naqueles que vem dando certo nos filmes da Disney: a história e ação.
Embora seja um filme de origem (ou quase isso), PANTERA NEGRA amplia o UCM de tal forma que faz do personagem um elemento ponderante ao falar do estúdio, principalmente porque ele caiu como um luva para o ótimo Boseman. As brincadeiras a lá Q (James Bond) de Shuri (Letitia Wright) se ajustam incrivelmente bem ao contexto da fantástica Wakanda que, mesmo diante das intempéries de seus vilões, casam bem dentro de uma história criativa e incrivelmente produtiva.