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Filme feito apenas para promover Jean-Claude Van damme, que era então o maior nome em cinema de artes marciais. Além de transformar Guile no protagonista, transformou Ryu e Ken, os verdadeiros protagonistas, em duas figuras medíocres.
A gente não sabe nem mesmo que história está sendo contada, a maior parte do elenco é inexpressiva, a começar por Supla e Angélica. Sinceramente, o casal principal não tem nenhuma quimica e até um chuchu consegue ser mais interessante que Supla. Grandes atores como Jandira Martini, Fafy Siqueira e Ewerton de Castro foram desperdiçados e apenas as poucas cenas dos Trapalhões valem alguma coisa.
Um filme que chega a ser divertido de tão tosco. É incrível ver como o animal vilão( o tubarão) sempre parece mais inteligente do que os atores humanos. Definitivamente, os animais, especialmente os golfinhos, são mais expressivos do que os seres humanos. A luta final é realmente impagável, quando o tubarão tenta demolir a base do aquário e a gente tem a impressão de que ele tem uns 20 metros, o que seria o tamanho do megalodon, o ...
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Engraçado que esse filme só bota os ateus como gente de mau caráter e insensível e não mostra também que muitos se tornam ateus apenas por estudar mais a fundo a Bíblia ou analisando a realidade e contrapondo à religião. E como um professor de filosofia não foi capaz de vencer um aluno nos debates? Botar os ateus como maus foi uma estratégia infantil e injusta. E nem todo mundo se torna ateu por revolta com Deus.
Filme ruim, tendencioso e com um roteiro péssimo. Como um treinador que só fracassa há seis anos de repente se torna vitorioso? Tem-se a impressão de que basta aceitar Jesus que tudo começa a dar certo na nossa vida. Um treinador não precisa ser cristão para ser competente e saber motivar sua equipe e um atleta não precisa ser cristão para levar o time a sério e treinar duro. Religião e esporte não se misturam. Na vida real, as coisas ...
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