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"O homem que copiava" consegue mesclar um inteligente roteiro, boas atuações e uma direção simples e cativante, utilizando diversos recursos visuais e com um grande poder de convencimento, o brilhante diretor gaúcho Jorge Furtado consegue causar um pertencimento do telespectador junto a sua obra através dos seus personagens.
O roteiro incialmente começa trabalhando com uma narrativa simples, contando a historia de um apaixonado e jovem rapaz que busca dinheiro para fugir com a sua amada, de certa forma é até uma trama simples que vai se construído em algo sujo e criminoso, com um elenco de apoio magnifico e ótimos textos, temos personagens marcantes, uma ótima linha do tempo, diversas quebras de expectativas e um final inteligente que conversa com uma das cenas mais clássicas do filme, a cena do "André seguindo no ônibus" é uma brincadeira narrativa perfeita.
Como já tido, os personagens de apoio são excelentes e seus atores dão vidas aos mesmo com toques especiais e trejeitos próprios, destaque para Luana Piovani e Pedro Cardoso, outro ponto legal de comentar é a triste fotografia combinada a uma triste e velha locação escolhida para filmar o filme, tudo combina a um clima triste e depressivo.
"O homem que copiava" está muito longe de ser um filme perfeito, alguns erros de continuidade existem, mas mesmo com uma clara simplicidade o longa funciona. Nota 8/10
O roteiro incialmente começa trabalhando com uma narrativa simples, contando a historia de um apaixonado e jovem rapaz que busca dinheiro para fugir com a sua amada, de certa forma é até uma trama simples que vai se construído em algo sujo e criminoso, com um elenco de apoio magnifico e ótimos textos, temos personagens marcantes, uma ótima linha do tempo, diversas quebras de expectativas e um final inteligente que conversa com uma das cenas mais clássicas do filme, a cena do "André seguindo no ônibus" é uma brincadeira narrativa perfeita.
Como já tido, os personagens de apoio são excelentes e seus atores dão vidas aos mesmo com toques especiais e trejeitos próprios, destaque para Luana Piovani e Pedro Cardoso, outro ponto legal de comentar é a triste fotografia combinada a uma triste e velha locação escolhida para filmar o filme, tudo combina a um clima triste e depressivo.
"O homem que copiava" está muito longe de ser um filme perfeito, alguns erros de continuidade existem, mas mesmo com uma clara simplicidade o longa funciona. Nota 8/10