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“Ema” novo filme de Pablo Larrain conta com um roteiro forte que contrasta com uma busca constante de uma identidade visual.
O longa chileno tem um primeiro ato visceral e cheio de simbologias, temos um roteiro que cresce tanto que se perde em meio aos seus personagens e conta historias que não precisamos ver, a proposital distorcida linha do tempo não conversa com a edição do filme, o que acaba deixando tudo mais confuso e cansativo.
Porém Ema, conta com ótimas atuações, principalmente do casal Ema e Gaston, e uma fotografia bem crua e suja, que combina demais com o clima em tela, vale destacar também a ótima trilha, e a expressão sentimental da trama através de basicamente videoclipes.
Pablo também faz belos planos aéreos abertos, que apesar de bonitos, são claustrofóbicos e sujos, maquiagem e figurino também são ótimos, destacando personalidades únicas de cada personagem.
“Ema” é um filme visualmente interessante, com uma boa direção que se propõe a fazer mais do que a trama pede, ficando um pouco contemplativo e alegórico demais, além de uma edição problemática, mas temos ótimos elementos, boas atuações eu um roteiro interessante. NOTA 7.5/10.
O longa chileno tem um primeiro ato visceral e cheio de simbologias, temos um roteiro que cresce tanto que se perde em meio aos seus personagens e conta historias que não precisamos ver, a proposital distorcida linha do tempo não conversa com a edição do filme, o que acaba deixando tudo mais confuso e cansativo.
Porém Ema, conta com ótimas atuações, principalmente do casal Ema e Gaston, e uma fotografia bem crua e suja, que combina demais com o clima em tela, vale destacar também a ótima trilha, e a expressão sentimental da trama através de basicamente videoclipes.
Pablo também faz belos planos aéreos abertos, que apesar de bonitos, são claustrofóbicos e sujos, maquiagem e figurino também são ótimos, destacando personalidades únicas de cada personagem.
“Ema” é um filme visualmente interessante, com uma boa direção que se propõe a fazer mais do que a trama pede, ficando um pouco contemplativo e alegórico demais, além de uma edição problemática, mas temos ótimos elementos, boas atuações eu um roteiro interessante. NOTA 7.5/10.