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Acompanhei a trajetória da banda e conheci muito bem a história deles. Esperava mais do filme. Tantos anos de espera e a sensação é de decepção. Pontos positivos: a fidelidade de algumas cenas, como a do Dinho no show no Thomeuzão em Guarulhos, em que ele fala do Utopia e fala que o impossível não existe; as reuniões com o Rick para decidir sobre o disco; as expressões do ator que interpreta o vocalista Dinho, que embora não tenha muita semelhança física, fez remeter muito a ele. Pontos negativos: a narrativa corrida e desconexa dos fatos e a falta de um bom storytelling; as desnecessárias cenas com a tal namorada do Samuel
spoiler:
que dava em cima do Sérgio,
relato que na minha opinião agride a imagem do Samuel, retratando ele como um bobo sendo enganado (inclusive não entendo como a família não se opôs a esse roteiro); a falta de fidelidade às histórias de amor vividas pelo Dinho com as duas namoradas. Os romances poderiam ter sido retratados de forma fiel; a brevidade como foi mostrada a ascenção da banda como Mamonas Assassinas e o excesso de atenção ao tempo de Utopia; o pouco espaço dado ao Bento, que quase não tem participações no filme, ficando abaixo até das cenas bizarras do triângulo amoroso de Samuel, a namorada e Sérgio; a falta de um final que ao menos mostrasse a banda embarcando no avião e depois notícias relatando o acidente ocorrido; a total falta de emoção. Pensei que iria chorar assistindo esse filme, mas não senti emoção alguma, muito talvez em virtude de mais um ponto negativo que acrescendo a essa lista: a atuação bem mediana da maioria dos atores. Uma pena. E não entendo como as famílias aceitaram esse roteiro tão raso. Onde está a história da música Pelados em Santos, que Dinho escreveu para a namorada? Que história é essa da segunda namorada spoiler: minar a cabeça dele contra a banda?
Uma história real de sucesso não precisa se tornar ficção. Basta ser ela mesma, é isso que o público gosta, era isso que os fãs dos Mamonas Assassinas queriam e é isso que as pessoas que não os conheceram mereciam saber.
relato que na minha opinião agride a imagem do Samuel, retratando ele como um bobo sendo enganado (inclusive não entendo como a família não se opôs a esse roteiro); a falta de fidelidade às histórias de amor vividas pelo Dinho com as duas namoradas. Os romances poderiam ter sido retratados de forma fiel; a brevidade como foi mostrada a ascenção da banda como Mamonas Assassinas e o excesso de atenção ao tempo de Utopia; o pouco espaço dado ao Bento, que quase não tem participações no filme, ficando abaixo até das cenas bizarras do triângulo amoroso de Samuel, a namorada e Sérgio; a falta de um final que ao menos mostrasse a banda embarcando no avião e depois notícias relatando o acidente ocorrido; a total falta de emoção. Pensei que iria chorar assistindo esse filme, mas não senti emoção alguma, muito talvez em virtude de mais um ponto negativo que acrescendo a essa lista: a atuação bem mediana da maioria dos atores. Uma pena. E não entendo como as famílias aceitaram esse roteiro tão raso. Onde está a história da música Pelados em Santos, que Dinho escreveu para a namorada? Que história é essa da segunda namorada spoiler: minar a cabeça dele contra a banda?
Uma história real de sucesso não precisa se tornar ficção. Basta ser ela mesma, é isso que o público gosta, era isso que os fãs dos Mamonas Assassinas queriam e é isso que as pessoas que não os conheceram mereciam saber.