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Temos aqui mais um filme que retrata um futuro nada agradável para a humanidade, aqui um planeta devastado e sem condições climáticas, só se será habitado por que máquinas farão o trabalho da mãe natureza. Enquanto elas são controladas pelo homem tudo bem, mas quando demonstram sinais de evolução e vontade própria tudo a situação fica perigosa.
Aquele filme para se assistir à dois numa tarde qualquer de dia frio, com balde de pipoca e um bom edredom. Um romance leve, que em alguns momentos sensibiliza, porém não chega a empolgar. As atuações são muito comedidas e decoradas, falta personalidade. É difícil entender duas indicações ao Oscar para melhor filme e atriz.
Um suspense que começa de forma muito interessante e causa uma boa expectativa em quem assiste. O roteiro vai se desenrolando bem e com isso crescendo a tensão sobre a história, mas quando é revelado o seu vilão, ou não, a narrativa toma outro rumo e perde força. Os embates entre Hopkins e Farrell são fracos, mas deixam o tema para uma reflexão muito ampla. É correto tirar a vida de alguém com uma doença terminal contra a vontade ...
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Cinco Graças como é o tratamento cultural e social da mulher na Turquia, ambientado num vilarejo distante da capital. Vemos aqui toda opressão, conformismo e obediência que as mulheres são "ensinadas" a seguir pela vida. Isso muda quando cinco meninas, vindas da capital, são obrigadas por necessidade a viver com a vó e o tio. Elas vão questionar os costumes, querer viver a sua maneira e sofrerão as consequências. Mesmo com tudo isso o ...
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Um drama sufocante, tenso e misterioso que te atrai para o universo em que é vivido. A atuação do menino Jacob Tremblay, que faz Jack, é magistral como protagonista e narrador de sua história, que começa num quarto e vai se desenrolar para o mundo, com seus medos, dúvidas, angústias e descobertas para conhecer o que é liberdade. Brie Larson, consegue nos passar todo o sentimento de uma mãe que faz de tudo para proteger seu filho num ...
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O desenho tem o mérito de usar a inteligência no lugar da tecnologia, mostrar situações muito comuns para nós brasileiros de forma lúdica, que devem encantar o resto do mundo. A aquarela de cores deixa um visual muito bonito, mas a falta de diálogos deixa cansativo em alguns momentos, mesmo com a excelente trilha instrumental. Bom filme, mas poderia ser mais curto.
Achei um filme bem comum, na verdade bem fraco pelo elenco que tem. Ninguém se destaca e a direção é meio arrastada, com algumas voltas desnecessárias. Sinceramente é difícil entender a indicação da Jennifer Lawrence como melhor atriz no Oscar.
Com toda certeza o melhor filme de ação/comédia feito nos últimos anos, muita adrenalina cercada de um humor sarcástico e escrachado. Deadpool é cheio de referências aos filmes de heróis, clássicos do cinema e as produções em que Ryan Reynolds trabalhou, claro que zoando todas elas. Ele ainda cria empatia ao conversar diretamente com o público em vários momentos. O filme abre uma nova possibilidade para o universo dos super-heróis ...
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O filme tem um tema muito delicado e forte, porém o filme deixa muito à desejar como história, pois em alguns momentos falta explicação nos sentimentos dos personagens. O que segura mesmo a trama são as atuações de Eddie Redmayne, mais uma vez impecável como Einar/Lili, forte candidato ao Oscar, porém sem o lobby que tem o Di Caprio. Alicia Vikander merece o Oscar de coadjuvante, atuação quase perfeita.
É um reboot fraco por privilegiar o lado emocional dos heróis antes e depois de se transformarem, só tem o mérito de apresentar cada um e deixar um bom gatilho para a sequência. Mas como produção Marvel ficou abaixo demais do que vem sendo feito com X-Men e Vingadores.
Acredito que esteja neste filme a melhor fotografia, o plano sequencia e as paisagens mais realistas do ano, você imerge dentro da história. Por sinal uma trama tensa e forte que mostra que Iñárritu é um dos melhores diretores da atualidade. Quanto a badalada atuação de Di Caprio, estava melhor em "O Lobo de Wall Street", apenas saiu da sua zona de conforto. Quem surpreende no filme é Tom Hardy, grande candidato a melhor ator coadjuvante.
O roteiro é bem previsível e as atuações são bem fracas com tudo isso não poderíamos esperar muita coisa do filme. Vin Diesel é um cara esforçado, mas não convence quando sai do Velozes e tenta fazer outra coisa, fica muito robotizado. É o filme para se assistir sem se preocupar em ter atenção com a história.
Comédia muito previsível, você até consegue rir de tão ridículas que são as cenas, mais um filme que desperdiça bons talentos brasileiros com um roteiro fraco e atuações sem graça.
Michael Fassbender consegue dar vida, com uma enorme intensidade, a um cruel, arrogante, visionário, perfeccionista, competitivo e gênio Steve Jobs. O filme é intenso e retrata a fúria de Jobs nos momentos cruciais aos lançamentos da suas obras, algumas com certo fracasso, porém não menos empolgantes. Os diálogos do filme são fantásticos e as discussões seu ponto alto. Vale dizer que todo elenco está muito bem nas cenas, cada um ...
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Comédia cheia de clichês banais e pouca criatividade. Os atores pareciam estar num péssimo dia quando gravaram, até mesmo Paulo Gustavo já teve momentos melhores.
O filme mostra o homossexualismo feminino numa época que era tratado praticamente como um crime. Tem um recriação de época impecável, um figurino maravilhoso e só. Falta química, intensidade e tesão entre as atrizes. Cate Blanchett e Rooney Mara não deram liga nessa produção. As duas por sinal, tiveram uma atuação depressiva e apagada.
Bryan Cranston está magnífico no papel de Dalton Trumbo, um roteirista que não se curvou para o sistema e manteve suas convicções sociais, e por isso foi colocado na lista negra de Hollywood nos anos 50, por ser um comunista. Sua competência, inteligência e sagacidade o fizeram ganhar dois Oscares sob pseudônimos, ao revelar sua história calou a boca dos críticos e patrulheiros. Como Trumbo pode ser a vez de Cranston ganhar seu Oscar.
Um desenho, mas pode chamar de animação. Vemos aqui uma técnica pouco usada na atualidade que são os personagens feitos de massinha e também a ausência de falas, que não faz falta, pois as divertidas situações que uma ovelha e sua turma se metem farão você dar muitas risadas. O filme foge da atual modernidade de recursos e se apega na emoção da história.
Vemos aqui em detalhes como foi a crise imobiliária de 2008 nos EUA. O filme mostra que os grandes bancos e seus corretores estão se lixando para o povo, o que vale mesmo é a situação que possa render maior lucro, independentemente de quem pague o pato, que pode ser o cidadão ou mesmo o país. O filme é tão didático que muitas vezes um calculadora do lado ajudaria bastante. Destaco as atuações de Christian Bale, Ryan Gosling, Brad Pitt ...
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Charlotte Rampling já teve atuações muito mais densas em filme muito mais interessantes, que foram dignas de uma indicação ao Oscar, do que vemos aqui. O roteiro mostra a rotina e a saturação de uma relação de 45 anos entre pessoas maduras, que começam a avaliar se realmente valeu à pena esta convivência. O ciúme da esposa a uma ex-namorada falecida de décadas passadas fica vago demais, faltam elementos para amarrar e dar sentido ...
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Uma história emocionante de superação, luta e a busca do reconhecimento pelo próprio talento é isso que vemos em Adonis Creed, o protagonista do filme, mas bem que poderia ser a vida de Sylvester Stallone. Vale ressaltar a bela interpretação de Stallone, com merecida indicação ao Oscar, agora um velho que já não luta mais, mas sabe passar tudo que aprendeu de forma paternal. Temos várias referências a saga de Rocky Balboa, o que ...
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Um filme que vai agradar quem foi criança nos anos 80 e quem é criança hoje. Um desenho infantil que mostra, pela vida de Charlie Brown, todos os perrengues que passamos na infância e adolescência com os amigos da rua e da escola. Ótima pedida para levar as crianças nestas férias.
Um bom filme policial que mostra os bastidores do FBI e como eles usam de práticas "obscuras" perante a lei para conseguir o que querem, neste caso acabar com um chefe do tráfico de drogas mexicano. As reviravoltas e jogos de interesse nos deixam ligados até o final do final. Destaco Benício Del Toro com ótima atuação.
O filme é uma homenagem e forma de gratidão ao grande mestre Woody Allen, só poderiam ter se empenhado mais na maneira de agradecer ... É um típico filme água com açúcar, sem acidez comum no atual cinema francês. Patrick Bruel se destaca entre o conformismo de atuação do restante do elenco.
Neste triller a angustia toma conta do começo ao final do filme. Owen Wilson está conseguindo sair da comédia para atuar em papéis mais densos. Aqui vemos a luta de uma família para sobreviver num país asiático, sem comando e em guerra civil, onde matar estrangeiros é demonstração de força.
Este filme é fraco demais, com péssimas atuações e nem a cara de canastrão do Bruce Willis melhora as coisas. O tema em si é até interessante e pode gerar discussões, mas da forma que está neste roteiro não leva a nada.
Uma boa comédia, coisa rara nos últimos tempos, aqui Bradley Cooper está na sua zona de conforto, a "dramédia", e atua muito bem, inclusive todo elenco está ótimo com destaque positivo para Daniel Brühl. Faltou o diretor aproveitar melhor o francês Omar Sy, que faria com o filme subisse de nota.
A nova parceria entre Steven Spielberg e Tom Hanks gerou mais um grande filme de suspense, dessa vez ambientado no calor da Guerra Fria. Tom carrega o filme nas costas, mas com a boa ajuda de Mark Rylance, que faz um espião russo capturado nos EUA. O filme tem drama e suspense na dose certa e não é apelativo em nenhum momento. Vale como entretenimento e vale como história.
O diretor J.J. Abrams foi estupendo na primeira parte da nova trilogia, atores novos muito bem escalados e com atuações dignas da saga, as amarrações com o filme anterior ficaram perfeitas e o leque que se abriu para os próximos filmes deixa qualquer fã super ansioso para que chegue logo.
O filme entrega muito menos do que promete, se foca de forma superficial no assunto principal da reportagem e tentar mostrar como é o bastidor de uma investigação jornalística numa redação de jornal, porém deixa a desejar também. As atuações são meio travadas e não passam sentimento algum, com um pouco de esforço Mark Ruffalo se destaca na imensidão de falta de empolgação de todo o elenco.
Muito fraco, com cenas forçadas e sem emoção não faz jus nem de longe ao "legado" deixado por Jason Statham na série original. Se salva um pouco pelas belas paisagens da Riviera Francesa.
Aqui temos um intenso tiroteio verbal, que são em sua maioria os pontos altos do filme, claro que não faltam cenas de muito sangue jorrando na tela e cabeças explodindo aos tiros de pistola. Como pano de fundo temos o final da Guerra Civil e as questões do racismo americano. Porém o filme é muito longo, cansativo e chega dar sono em alguns momentos. Até a trilha sonora fraca deixou muito a desejar.
Um ótimo filme que nos passa uma veracidade muito grande de como seria viver em Marte sozinho por um longo período. Matt Damon, mais uma vez arrebenta, agora na interpretação do biólogo que faz parte da equipe de exploração e é deixado após um acidente. O enredo te prende do início ao fim na expectativa do desfecho.
Um filme mais dramático que engraçado, porém sem dinâmica, sem ritmo e muito mal amarrado. Um dos filmes franceses mais fraco que já vi e olha que tem bons atores. O foco é a solidão e a vida monótona de Ariane, mas parece que é o filme que leva essa vida.
Tensão do início ao fim do filme. Aqui é retratada a ocupação nazista no interior da França, após conquistarem o território em guerra. Cada família deveria hospedar uma soldado alemão, como num hotel, e isso levou a pacata cidade a entrar em intrigas, brigas e desconfianças tudo em prol da própria sobrevivência.
Uma boa animação com sacadas bacanas de como vivem os "humanos" e o que os "diferentes" fazem para se proteger e conseguir viver numa boa. Tem muita piada boa, história de amor, amizade e cuidado paterno.