Filmes
Séries
Programas
Aronofsky faz um filme ambicioso, perturbador e surrealista, usando metáforas religiosas para mostrar a criação e a destruição da humanidade, num ciclo que se repete, com várias referências de passagens do cristianismo. A melhor coisa do filme é a atuação de Jennifer Lawrence, intensa, convincente e de muita vivacidade, apesar da personagem ser passiva e sofrer uma em relação abusiva do marido. No mais achei cansativo, rebuscado e cheio de absurdos exagerados. O diretor pensou tanto em chocar o público que esqueceu de fazer um filme bom para o espectador e fez um filme só pra ele.