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O quê uma mulher desesperada pelo homem perfeito é capaz de fazer? Tudo? Se é "tudo", não se sabe, mas a Fernanda de Mônica Martelli faz de tudo um pouco num filme muito bem humorado sobre a eterna busca pelo par perfeito.
Martelli está muito bem segura, bela e desenvolta com a personagem que criou. Todas as neuras da personagens, seus diversos questionamentos e seu hilário tique nervoso ao avistar um futuro pretendente são excelentes, e tudo melhora quando Fernanda está reunida em cena com os fieis escudeiros de Fernanda, a animada Nathalie de Marcela Valente e o desbocado Aníbal de Paulo Gustavo, mais abusado do que nunca.
No campo dos pretendentes, temos boas participações de Eduardo Moscovis como o senador Juarez, José Loreto como o DJ Marcelinho, Peter Ketnath como Nick o alemão hippie e Marcos Palmeira como o arquiteto Tom estão de bom tom e entregam performances satisfatórias, dentro, claro, das limitações de cada personagem e do tempo em cena de cada um. Pode-se surgir dúvidas quanto à interpretação de Humberto Martins, mas o seu Robertinho é quem é exagerado. Além do time masculino temos participações interessantes como as de Irene Ravache, Júlia Rabello como uma irreverente cartomante e Ana Lúcia Torre.
No mais, um filme hilário para ser visto à exaustão, com uma trilha sonora excelente (dá-lhe Blondie com "Heart of Glass", bastante apropriado) e cenas engraçadíssimas. Só temos o quê agradecer à Mônica Martelli pelo espetáculo.
Martelli está muito bem segura, bela e desenvolta com a personagem que criou. Todas as neuras da personagens, seus diversos questionamentos e seu hilário tique nervoso ao avistar um futuro pretendente são excelentes, e tudo melhora quando Fernanda está reunida em cena com os fieis escudeiros de Fernanda, a animada Nathalie de Marcela Valente e o desbocado Aníbal de Paulo Gustavo, mais abusado do que nunca.
No campo dos pretendentes, temos boas participações de Eduardo Moscovis como o senador Juarez, José Loreto como o DJ Marcelinho, Peter Ketnath como Nick o alemão hippie e Marcos Palmeira como o arquiteto Tom estão de bom tom e entregam performances satisfatórias, dentro, claro, das limitações de cada personagem e do tempo em cena de cada um. Pode-se surgir dúvidas quanto à interpretação de Humberto Martins, mas o seu Robertinho é quem é exagerado. Além do time masculino temos participações interessantes como as de Irene Ravache, Júlia Rabello como uma irreverente cartomante e Ana Lúcia Torre.
No mais, um filme hilário para ser visto à exaustão, com uma trilha sonora excelente (dá-lhe Blondie com "Heart of Glass", bastante apropriado) e cenas engraçadíssimas. Só temos o quê agradecer à Mônica Martelli pelo espetáculo.