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Computadores com monitores contemporâneos, lâmpadas de led nas ruas, trens modernos, VLT aparece ao fundo e seus trilhos aparecem todo o tempo, bem como flashes do "Porto Maravilha", que não existia na época em que se passa a história... São estes "pecados" que o cinema brasileiro já deveria ter expurgado há muito tempo e que comprometem, para o expectador mais consciente, a credibilidade do enredo.
Deixando de lado as questões que poderíamos chamar de "técnicas", a série cumpre a promessa de nos mostrar as últimas horas de vida de quatro vítimas da Chacina da Candelária, que aconteceu em 23 de julho de 1993.
A série valoriza as questões ligadas à negritude e ancestralidade e tem várias cenas que nos remetem às religiões de matriz africana e sua visão cosmológica sobre a vida e a morte. Neste sentido, é muito poética.
O personagem "Sete" nos remete ainda à realidade dos garotos de programa do Rio de Janeiro, da homofobia e da hipocrisia social, spoiler: retratada por seu cliente, casado com uma mulher e "respeitável pai de família".
Personagens como "Pipoca" nos lembram do abandono da infância e nos alertam em relação à falta de perspectiva de futuro das crianças de rua.
Deixando de lado as questões que poderíamos chamar de "técnicas", a série cumpre a promessa de nos mostrar as últimas horas de vida de quatro vítimas da Chacina da Candelária, que aconteceu em 23 de julho de 1993.
A série valoriza as questões ligadas à negritude e ancestralidade e tem várias cenas que nos remetem às religiões de matriz africana e sua visão cosmológica sobre a vida e a morte. Neste sentido, é muito poética.
O personagem "Sete" nos remete ainda à realidade dos garotos de programa do Rio de Janeiro, da homofobia e da hipocrisia social, spoiler: retratada por seu cliente, casado com uma mulher e "respeitável pai de família".
Personagens como "Pipoca" nos lembram do abandono da infância e nos alertam em relação à falta de perspectiva de futuro das crianças de rua.