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O filme retrata a Itália do pós II Guerra Mundial, mas é a Itália real, não aquela romanceada pela memória (ou a falta dela) dos imigrantes que chegaram ao Brasil, exatamente fugindo da pobreza e da fome, que são a tônica do enredo.
São expostos com fidelidade a disparidade regional entre o norte e o sul, o papel desempenhado pelo Partido Comunista Italiano e a maneira como este partido era discriminado pelos pobres de direita napolitanos, influenciados pela Igreja da época, e mesmo pelo monarquismo (há uma idosa pobre que clama pela volta do rei e até ergue orgulhosa, na janela, uma foto emoldurada do último monarca) e até mesmo pelas "fake news" (comunista come criancinhas).
O filme é poético. Mas é de uma poética do cotidiano, resgate de humanidade que até nos faz chorar!
São expostos com fidelidade a disparidade regional entre o norte e o sul, o papel desempenhado pelo Partido Comunista Italiano e a maneira como este partido era discriminado pelos pobres de direita napolitanos, influenciados pela Igreja da época, e mesmo pelo monarquismo (há uma idosa pobre que clama pela volta do rei e até ergue orgulhosa, na janela, uma foto emoldurada do último monarca) e até mesmo pelas "fake news" (comunista come criancinhas).
O filme é poético. Mas é de uma poética do cotidiano, resgate de humanidade que até nos faz chorar!