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Acabamos de assistir "Uma segunda chance para amar", filme inglês de 2019.
As primeiras cenas nos dão uma impressão de "dejà vu", pois parece que estamos novamente em contato com Louisa Clark do filme "Como eu era antes de você", de 2016, protagonizada pela mesma Emilia Clarke, 3 anos antes.
Os belos cenários ingleses, as tomadas amplas nos exteriores, e da parte da protagonista, as mesmas caras e bocas, o mesmo olhar, as mesmas roupas ridículas...
Acompanhando o desenrolar lento das cenas, porém, a impressão vai se diluindo. Nada mais diametralmente oposto à personalidade altruísta de Louisa que a egocêntrica Kate.
A primeira metade do filme nos deixa completamente confusos. Tudo está excessivo: excesso de ornamentação natalina, excesso de diálogos, excesso de homens com os quais Kate se envolve, excesso de personagens em cena, excesso de estímulos. A história é codificada e, se não nos agarrarmos ao personagem Tom, centrado, feliz e sempre disposto a ensinar e ajudar, perdemos completamente o fio da narrativa.
Na segunda metade do filme, porém, o enredo "decola", retoma e aperfeiçoa o clima de "Um conto de Natal", de Charles Dickens. Há mesmo um espírito natalino em cena, que levará a frívola Kate a se aproximar da solidária Louisa e se tornar um ser humano de verdade!
Nada mais distante do cinema e dos clichês estadunidenses, com seu consumismo "fast-food" e sua competitividade intestina, por vezes mal disfarçada em fraternidade, do que o cinema inglês.
Se pensamos em humanização, este filme nos dá uma aula e tanto! Vale à pena assistir!
As primeiras cenas nos dão uma impressão de "dejà vu", pois parece que estamos novamente em contato com Louisa Clark do filme "Como eu era antes de você", de 2016, protagonizada pela mesma Emilia Clarke, 3 anos antes.
Os belos cenários ingleses, as tomadas amplas nos exteriores, e da parte da protagonista, as mesmas caras e bocas, o mesmo olhar, as mesmas roupas ridículas...
Acompanhando o desenrolar lento das cenas, porém, a impressão vai se diluindo. Nada mais diametralmente oposto à personalidade altruísta de Louisa que a egocêntrica Kate.
A primeira metade do filme nos deixa completamente confusos. Tudo está excessivo: excesso de ornamentação natalina, excesso de diálogos, excesso de homens com os quais Kate se envolve, excesso de personagens em cena, excesso de estímulos. A história é codificada e, se não nos agarrarmos ao personagem Tom, centrado, feliz e sempre disposto a ensinar e ajudar, perdemos completamente o fio da narrativa.
Na segunda metade do filme, porém, o enredo "decola", retoma e aperfeiçoa o clima de "Um conto de Natal", de Charles Dickens. Há mesmo um espírito natalino em cena, que levará a frívola Kate a se aproximar da solidária Louisa e se tornar um ser humano de verdade!
Nada mais distante do cinema e dos clichês estadunidenses, com seu consumismo "fast-food" e sua competitividade intestina, por vezes mal disfarçada em fraternidade, do que o cinema inglês.
Se pensamos em humanização, este filme nos dá uma aula e tanto! Vale à pena assistir!