Filmes
Séries
Programas
Pra este que escreve, é uma honra poder ver este filme nas telonas. Ouço sobre o roteiro desde a época em que os dois (Ian e Porchat) trabalhavam juntos no Anões em Chamas.
Erra feio, erra rude, quem for ao cinema esperando ver um Porta dos Fundos versão longa metragem, ou algo parecido com que Porchat já fez. O filme (comédrama, como denominou o ator) está mais pra drama do que comédia ( spoiler: vide a segunda metade, que traz a cena do atropelamento e da morte da personagem de Irene Ravache
), e isso é bom, pois é uma novidade se tratando de Fábio Porchat.
Em algumas cenas fica confuso sobre ver ou não as pessoas, pois ora a câmera mostra as pessoas que Bruno não vê, ora não mostra as pessoas que Bruno não vê, e ficamos nos perguntando se naquela cena a pessoa ali existe para o personagem ou não.
A direção do Ian é fantástica, como já foi dito, uma promessa para o cinema atual no Brasil. Suas câmeras de poucos movimentos (e de inexistência de um movimento travelling) trazem seriedade para o filme que vai evoluindo no drama ao longo da história. Fotografia, trilha sonora, a cidade como plano de fundo, tudo muito bem feito! "Nem parece filme brasileiro com atores da Globo", comentou pra esposa o cara do meu lado.
O lado cômico do filme fica nas mãos de Marcos Veras, que atua brilhantemente e saúda os espectadores com muita risada vivendo seu drama de comedor e quase-pai, e com Luis Bianco em suas cenas na casa do personagem de Porchat.
O roteiro vende bem a ideia da doença do personagem e evolui a cada minuto, nos deixando curiosos para um desfecho, que não acontece. No final parece que a história é amarrada em um saco vazio, com todos os lados sobrando espaço para mais alguma coisa.
Erra feio, erra rude, quem for ao cinema esperando ver um Porta dos Fundos versão longa metragem, ou algo parecido com que Porchat já fez. O filme (comédrama, como denominou o ator) está mais pra drama do que comédia ( spoiler: vide a segunda metade, que traz a cena do atropelamento e da morte da personagem de Irene Ravache
), e isso é bom, pois é uma novidade se tratando de Fábio Porchat.
Em algumas cenas fica confuso sobre ver ou não as pessoas, pois ora a câmera mostra as pessoas que Bruno não vê, ora não mostra as pessoas que Bruno não vê, e ficamos nos perguntando se naquela cena a pessoa ali existe para o personagem ou não.
A direção do Ian é fantástica, como já foi dito, uma promessa para o cinema atual no Brasil. Suas câmeras de poucos movimentos (e de inexistência de um movimento travelling) trazem seriedade para o filme que vai evoluindo no drama ao longo da história. Fotografia, trilha sonora, a cidade como plano de fundo, tudo muito bem feito! "Nem parece filme brasileiro com atores da Globo", comentou pra esposa o cara do meu lado.
O lado cômico do filme fica nas mãos de Marcos Veras, que atua brilhantemente e saúda os espectadores com muita risada vivendo seu drama de comedor e quase-pai, e com Luis Bianco em suas cenas na casa do personagem de Porchat.
O roteiro vende bem a ideia da doença do personagem e evolui a cada minuto, nos deixando curiosos para um desfecho, que não acontece. No final parece que a história é amarrada em um saco vazio, com todos os lados sobrando espaço para mais alguma coisa.