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Os Discursos de Churchill. Quem assistiu a DUNKIRK lembra que ele se fecha com o famoso discurso enaltecendo o feito heróico da retirada de tantos soldados, exaltando o espirito de resistência do povo inglês.
Aqui nesta cine biografia quase documental de CHURCHILL, temos o inicio de sua trajetória de Primeiro Ministro assumindo num momento critico com o avanço das tropas alemãs pela Holanda e Bélgica em 1940. Chamberlain acusado de benevolente e fraco demais para enfrentar Hitler perde apoio de seu partido o Conservador e este com apoio da oposição só tem um nome para referendar perante o Parlamento, CHURCHILL. Depois de duas décadas sufocado pelos erros no comando do Almirantado na Primeira Guerra, com o desastre de Gallipoli ( que aliás tem um grande filme dos anos 80 com MEL GIBSON sobre o assunto ) em seu curriculo, o velho leão da politica inglesa assume o mais alto posto num momento catastrófico.
O filme focaliza este periodo entre a posse de CHURCHILL e a retirada de Dunquerque e o que ele mais tem é sua verve de grande orador, usando o rádio para exaltar a populaçao inglesa a resistir e prometendo a Vitória.
O argumento caminha bem na sua exaltação patriótica, com ótima reconstituição de época, enaltecendo a garra e a perseverança da velha raposa da politica inglesa, que muitos consideravam arcaica e ultrapassada. Mas CHURCHILL com seus inflamados discursos consegue erguer o impoluto orgulho britânico, com cenas as vezes exageradas e gratuitas, como a do metrô, onde ele vai para saber o que o cidadão nas ruas pensava sobre a resistência a Hitler que ele preconizava, tentar resistir a qualquer custo do que tentar uma Paz vergonhosa e calamitosa, que afetaria o futuro do Império, como Nação livre e soberana.
Algumas outras cenas soam um pouco rocambolescas, com a mania do cinema inglês de transformar a monarquia num baluarte de moral e guia exponencial de seu povo, enaltecendo aqui a figura do Rei gago GEORGE VI ( que teve há alguns anos a atuação de COLIN FIRTH no premiado O DISCURSO DO REI ).
Pelo que mostra o filme até parece que o Rei manda, mas é uma figura decorativa que assim como toda a familia real vive do suor de seus súditos. Mas eles adoram.
A atuação de todo o elenco é ofuscada pela esplendorosa atuação de GARY OLDMAN, que além de sua transformação fisica transmite credibilidade aos discursos de CHURCHILL com sua entonação de voz magnifica e perfeita. É fechar os olhos e ver CHURCHILL falando.
O filme é didático e exalta o espirito guerreiro do povo inglês num momento crucial da História e através da coragem teimosa de CHURCHILL em não se render jamais, ele ganha o precioso tempo para que algum tempo depois soviéticos e americanos ao lado dele esmagassem a ameaça do Reich de Mil Anos. A arrogância heróica de CHURCHILL provou que ele estava certo, entre baforadas de charuto e muito whisky matinal, para enfrentar e vencer a fúria destruidora daquele pintor de paredes, como ele diz em uma cena.
Aqui nesta cine biografia quase documental de CHURCHILL, temos o inicio de sua trajetória de Primeiro Ministro assumindo num momento critico com o avanço das tropas alemãs pela Holanda e Bélgica em 1940. Chamberlain acusado de benevolente e fraco demais para enfrentar Hitler perde apoio de seu partido o Conservador e este com apoio da oposição só tem um nome para referendar perante o Parlamento, CHURCHILL. Depois de duas décadas sufocado pelos erros no comando do Almirantado na Primeira Guerra, com o desastre de Gallipoli ( que aliás tem um grande filme dos anos 80 com MEL GIBSON sobre o assunto ) em seu curriculo, o velho leão da politica inglesa assume o mais alto posto num momento catastrófico.
O filme focaliza este periodo entre a posse de CHURCHILL e a retirada de Dunquerque e o que ele mais tem é sua verve de grande orador, usando o rádio para exaltar a populaçao inglesa a resistir e prometendo a Vitória.
O argumento caminha bem na sua exaltação patriótica, com ótima reconstituição de época, enaltecendo a garra e a perseverança da velha raposa da politica inglesa, que muitos consideravam arcaica e ultrapassada. Mas CHURCHILL com seus inflamados discursos consegue erguer o impoluto orgulho britânico, com cenas as vezes exageradas e gratuitas, como a do metrô, onde ele vai para saber o que o cidadão nas ruas pensava sobre a resistência a Hitler que ele preconizava, tentar resistir a qualquer custo do que tentar uma Paz vergonhosa e calamitosa, que afetaria o futuro do Império, como Nação livre e soberana.
Algumas outras cenas soam um pouco rocambolescas, com a mania do cinema inglês de transformar a monarquia num baluarte de moral e guia exponencial de seu povo, enaltecendo aqui a figura do Rei gago GEORGE VI ( que teve há alguns anos a atuação de COLIN FIRTH no premiado O DISCURSO DO REI ).
Pelo que mostra o filme até parece que o Rei manda, mas é uma figura decorativa que assim como toda a familia real vive do suor de seus súditos. Mas eles adoram.
A atuação de todo o elenco é ofuscada pela esplendorosa atuação de GARY OLDMAN, que além de sua transformação fisica transmite credibilidade aos discursos de CHURCHILL com sua entonação de voz magnifica e perfeita. É fechar os olhos e ver CHURCHILL falando.
O filme é didático e exalta o espirito guerreiro do povo inglês num momento crucial da História e através da coragem teimosa de CHURCHILL em não se render jamais, ele ganha o precioso tempo para que algum tempo depois soviéticos e americanos ao lado dele esmagassem a ameaça do Reich de Mil Anos. A arrogância heróica de CHURCHILL provou que ele estava certo, entre baforadas de charuto e muito whisky matinal, para enfrentar e vencer a fúria destruidora daquele pintor de paredes, como ele diz em uma cena.