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Herói de Sangue e Paz.
MEL GIBSON adora cenas sangrentas como já demonstrou em outros filmes que dirigiu como CORAÇÃO VALENTE ou A PAIXÃO DE CRISTO e nesta sua visão da luta na Batalha de Okinawa ele extrapola e nos dá uma magnitude estratosférica de cenas viscerais da selvageria que foi a carnificina para a conquista desta ilha pelos americanos na Segunda Guerra Mundial enfrentando os suicidas soldados do Japão que não se rendiam.
Ao buscar na saga verdadeira do Soldado Desmond Doss, o seu épico sangrento, o filme se divide em três atos. O primeiro mostra os conflitos familiares e a vida simples e bucólica de Doss no interior perdido dos Estados Unidos e seu romance com uma enfermeira que o atrai para estudar medicina.
Depois no segundo ato o filme mostra o treinamento e as agruras de Doss junto aos seus companheiros de farda e superiores do Exército, ao se recusar a pegar em armas levando-o a beira da prisão.
O terceiro ato, quase um outro filme, ou o filme na essência MEL GIBSON, coloca Doss no meio da sangrenta e caótica batalha onde o Exército tem que desalojar os últimos focos de resistência dos japoneses na Ilha de Okinawa.
A partir dai o que se vê é puro MEL GIBSON no seu elemento crucial e onde um cinema da mais pura crueldade se descortina mostrando a dantesca selvageria de uma luta insana, nos fazendo lembrar de outras cruéis cenas de batalha de clássicos como CRUZ DE FERRO do Mestre SAM PECKINPAH e os 15 Minutos iniciais de O RESGATE DO SOLDADO RYAN de SPIELBERG, que eram ficcionais ao contrário de Doss e sua heroica façanha.
" Em tempos de Paz os filhos enterram os pais e em tempos de Guerra os Pais enterram os filhos."
MEL GIBSON adora cenas sangrentas como já demonstrou em outros filmes que dirigiu como CORAÇÃO VALENTE ou A PAIXÃO DE CRISTO e nesta sua visão da luta na Batalha de Okinawa ele extrapola e nos dá uma magnitude estratosférica de cenas viscerais da selvageria que foi a carnificina para a conquista desta ilha pelos americanos na Segunda Guerra Mundial enfrentando os suicidas soldados do Japão que não se rendiam.
Ao buscar na saga verdadeira do Soldado Desmond Doss, o seu épico sangrento, o filme se divide em três atos. O primeiro mostra os conflitos familiares e a vida simples e bucólica de Doss no interior perdido dos Estados Unidos e seu romance com uma enfermeira que o atrai para estudar medicina.
Depois no segundo ato o filme mostra o treinamento e as agruras de Doss junto aos seus companheiros de farda e superiores do Exército, ao se recusar a pegar em armas levando-o a beira da prisão.
O terceiro ato, quase um outro filme, ou o filme na essência MEL GIBSON, coloca Doss no meio da sangrenta e caótica batalha onde o Exército tem que desalojar os últimos focos de resistência dos japoneses na Ilha de Okinawa.
A partir dai o que se vê é puro MEL GIBSON no seu elemento crucial e onde um cinema da mais pura crueldade se descortina mostrando a dantesca selvageria de uma luta insana, nos fazendo lembrar de outras cruéis cenas de batalha de clássicos como CRUZ DE FERRO do Mestre SAM PECKINPAH e os 15 Minutos iniciais de O RESGATE DO SOLDADO RYAN de SPIELBERG, que eram ficcionais ao contrário de Doss e sua heroica façanha.
" Em tempos de Paz os filhos enterram os pais e em tempos de Guerra os Pais enterram os filhos."