Aurelio Cardoso
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Caçadores de Obras-Primas
Caçadores de Obras-Primas
2,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2017
Atrás das pilhagens dos Nazistas.

Apesar de seu apelo ufanista e triunfal exaltando o feito dos americanos, o filme CAÇADORES DE OBRAS PRIMAS focaliza um assunto pouco visto e ventilado nas telas em fatos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial.
O roubo e saque feito pelos nazistas de obras de arte durante a ocupação de vários países da Europa.
Um assunto sério que as vezes resvala para um humor desnecessário, mas que dá devida importância a um grupo de homens dispostos a arriscar a vida para salvar grande tesouros da humanidade na área da pintura e escultura e que seriam destruídos pela arrogância dos nazistas.
Tudo era guardado para servir de base para um Museu que Hitler pretendia criar na sua cidade natal, Linz na Áustria. Sua obsessão pela Arte não tinha limites assim como sua face cruel, tema já visto no Documentário Arquitetura da Destruição.
O problema de CAÇADORES é sua tentativa muitas vezes de fazer gracinha demais e satirizar os então amigos e aliados soviéticos que também se aproximavam do local onde estava escondido o tesouro. A vitória para chegar ao ninho do tesouro, claro tem um final digno de pantomina em sua homenagem aos russos e que deixa meio patético a solução de um assunto tão sério, que mais parece um pastiche de OS GUERREIROS PILANTRAS clássico dos anos 70, ou seria uma homenagem.
Mas apesar de irregular salva-se o bom elenco, uma mistura de vários estilos interpretativos, vamos assim dizer, e conhecer um pouco mais desta saga de resgate de tão importantes tesouros da cultura e da História da humanidade da destruição.