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O que se pode aprender no mundo? Quem pode ensinar? O título não poderia ser melhor. Educar envolve processos muito mais complexos que ensinar (tarefa oficial da escola que em si já é bastante complexa), inclui uma sensibilidade diante dos acontecimentos que vai além do plano convencional, uma lógica de mundo, do acontecimento.
Todas as personagens do longa tiveram algo a ensinar a protagonista, e o fizeram como puderam, dentro de seus limites, mas nenhum teve a capacidade de educá-la (só os raros o tem), isto ela teve que fazer por si só. O pai que se mostrara um grosso ignorante surge no final terno e compassivo. O amante que se mostrara gentil e experiente faz sua última aparição como um patético irresponsável que não consegue conciliar sua vida familiar com suas amantes. Cada um deu o que poderia dar e protagonista aproveitou tudo.
Na minha opinião o único momento (fora entrar em um carro de um estranho na década de 60 em Londres...) no qual fora imatura foi quando abdicou da universidade pelo casamento, mas, mesmo ali ela foi sábia ao consultar os pais se seria melhor ir para universidade ou se casar. Os pais indicaram a segunda opção, é o que suas mentalidades podiam oferecer. Interessante que em momentos de tensão tanto o pai como o amante usaram o mesmo argumento: “você acha que dinheiro da em árvores”, mostrando que ambos eram espiritualmente velhos. A jovem heroína ainda era muito jovem para perceber tais nuances, mas ela aprenderia rápido.
Todas as personagens do longa tiveram algo a ensinar a protagonista, e o fizeram como puderam, dentro de seus limites, mas nenhum teve a capacidade de educá-la (só os raros o tem), isto ela teve que fazer por si só. O pai que se mostrara um grosso ignorante surge no final terno e compassivo. O amante que se mostrara gentil e experiente faz sua última aparição como um patético irresponsável que não consegue conciliar sua vida familiar com suas amantes. Cada um deu o que poderia dar e protagonista aproveitou tudo.
Na minha opinião o único momento (fora entrar em um carro de um estranho na década de 60 em Londres...) no qual fora imatura foi quando abdicou da universidade pelo casamento, mas, mesmo ali ela foi sábia ao consultar os pais se seria melhor ir para universidade ou se casar. Os pais indicaram a segunda opção, é o que suas mentalidades podiam oferecer. Interessante que em momentos de tensão tanto o pai como o amante usaram o mesmo argumento: “você acha que dinheiro da em árvores”, mostrando que ambos eram espiritualmente velhos. A jovem heroína ainda era muito jovem para perceber tais nuances, mas ela aprenderia rápido.