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Como bem disse o crítico Vítor Guimarães, Pendular é um filme morno que se dispõe a discutir o amor, a arte e a incomunicabilidade, mas acaba não conseguindo abordar nenhum desses temas com a devida densidade.
Um bom retrato de uma geração de artistas que tanto fala em produzir mas pouco produz. E produz menos ainda obras que se tornam realmente relevantes fora de seu restrito e absorto círculo criativo.
Isso quando não está produzindo o mais puro lixo, com o dinheiro de nossos impostos ou de bancos como Santander, com espaços garantidos nas galerias, museus ou nos SESCs da vida.
O que veio em minha mente ao ver essa porcaria só foi vazio, tédio, dessacralização completa da arte, dessacralização do sexo e dessacralização completa da vida.
Há um aborto no filme que contemplou uns 2 minutos de tristeza, que foi superado pelas trivialidades pra-frentex que o filme tenta vender como "maduro", "profundo" ou "delicado".
O ruim é que esse filme vai ficar na minha memória por causa de um dos momentos mais vergonhosos e constrangedores do cinema nacional, quando a atriz e coreógrafa Raquel Karro dança de calcinha espamódicamente ao som de Love Will Tear Us Apart de Joy Division.
Em suma, um lixo. Me deu vontade de assistir Transformers pra descontaminar.
Um bom retrato de uma geração de artistas que tanto fala em produzir mas pouco produz. E produz menos ainda obras que se tornam realmente relevantes fora de seu restrito e absorto círculo criativo.
Isso quando não está produzindo o mais puro lixo, com o dinheiro de nossos impostos ou de bancos como Santander, com espaços garantidos nas galerias, museus ou nos SESCs da vida.
O que veio em minha mente ao ver essa porcaria só foi vazio, tédio, dessacralização completa da arte, dessacralização do sexo e dessacralização completa da vida.
Há um aborto no filme que contemplou uns 2 minutos de tristeza, que foi superado pelas trivialidades pra-frentex que o filme tenta vender como "maduro", "profundo" ou "delicado".
O ruim é que esse filme vai ficar na minha memória por causa de um dos momentos mais vergonhosos e constrangedores do cinema nacional, quando a atriz e coreógrafa Raquel Karro dança de calcinha espamódicamente ao som de Love Will Tear Us Apart de Joy Division.
Em suma, um lixo. Me deu vontade de assistir Transformers pra descontaminar.