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Em duas horas de filme, Thor: O Mundo Sombrio dá ao espectador tudo: comédia, ação, drama e romance. Apesar da sinopse do filme focar em Malekith e seus Elfos Negros, o que realmente te prende na tela são os personagens e seus conflitos (internos ou não).
O filme se passa logo após os acontecimentos de Os Vingadores e Thor aparece bem mudado. Apesar de seu típico ar de superioridade, o Deus do Trovão está mais calculista e frio. Mesmo após grande perda, ainda faz decisões bem estratégicas (como se unir ao meio-irmão traidor, Loki) e planejadas com antecedência, bem diferente da impulsividade que mostrava no primeiro filme.
Ainda comparando com o primeiro filme, o segundo arrasa em relação às lutas: perseguições marítimas, lutas aéreas entre naves espetaculares e combates corpo a corpo que te deixam grudado na cadeira.
Com revira-voltas de fazer qualquer coração parar, Thor: O Mundo Sombrio só peca em uma coisa: a comédia. O excesso de piadas e situações pastelonas dignas de besteiróis americanos (“vamos todos rir do maluco correndo nu!”) quebram o clima intenso do filme, e às vezes beira a falta de tato – a linda cena do funeral é seguida por um cena tão boba que você se sente até mal por rir.
Por fim, não se esqueça de ficar na sala até o final dos créditos! Apesar da última cena não ter nenhuma informação importante sobre próximos filmes da Marvel, vai te deixar com o coração aquecido ao sair do cinema.
O filme se passa logo após os acontecimentos de Os Vingadores e Thor aparece bem mudado. Apesar de seu típico ar de superioridade, o Deus do Trovão está mais calculista e frio. Mesmo após grande perda, ainda faz decisões bem estratégicas (como se unir ao meio-irmão traidor, Loki) e planejadas com antecedência, bem diferente da impulsividade que mostrava no primeiro filme.
Ainda comparando com o primeiro filme, o segundo arrasa em relação às lutas: perseguições marítimas, lutas aéreas entre naves espetaculares e combates corpo a corpo que te deixam grudado na cadeira.
Com revira-voltas de fazer qualquer coração parar, Thor: O Mundo Sombrio só peca em uma coisa: a comédia. O excesso de piadas e situações pastelonas dignas de besteiróis americanos (“vamos todos rir do maluco correndo nu!”) quebram o clima intenso do filme, e às vezes beira a falta de tato – a linda cena do funeral é seguida por um cena tão boba que você se sente até mal por rir.
Por fim, não se esqueça de ficar na sala até o final dos créditos! Apesar da última cena não ter nenhuma informação importante sobre próximos filmes da Marvel, vai te deixar com o coração aquecido ao sair do cinema.