Carolina C
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Elvis
Elvis
3,5
Enviada em 19 de julho de 2022
(SPOILERS)
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Gostei muito da interpretação do Austin Butler. O modo sorumbático e dramático com que ele interpretou o rei do rock foi mais do que notável e toda a minha avaliação boa vai para este espetáculo à parte da história de Elvis. Mas, não me agradou o excesso de apontamentos da paixão de Elvis pela fama e pelo sucesso e pelos fãs. Para mim, as únicas paixões de Elvis eram a mãe e a música. E o único genuíno amor era a música. Ele se doava para a música a ponto de entrar na mesma vibração dela e mostrava isso com seu corpo quando dançava. Elvis era a música e é por isso, para mim, que ultrapassa gerações e jamais será esquecido.
Segue um trecho da biografia escrita por Peter Guralnick e de mesmo nome do filme:

"...Ele só falava em música... Nem tanto no Opry, mas principalmente em música gospel. Era o que ele mais cantava.” Uma colega de turma, Shirley Lumpkin, contou a Elaine Dundy, a autora de Elvis and Gladys: “A coisa mais legal que posso dizer sobre ele é que ele era um solitário”. E outro colega, Kenneth Holditch, disse a Dundy que recordava dele como “um rapaz triste, tímido, não especialmente atraente”, cuja habilidade no violão dificilmente lhe renderia prêmios. Muitas das outras crianças tiravam sarro dele como um tipo de menino “cafona” tocando música cafona “caipira”, mas Elvis não arredou o pé. Sem nunca desafiar seus detratores ou os seus críticos, continuou a fazer a única coisa que lhe era importante: a música."