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Rooney Mara surpreendente! Demorei a reconhecê-la.
Daniel Craig sobrio e correto no seu papel. Como sempre, dirão. Não, ainda mais.
Terminei 2:38 horas de filme com vontade de assistir à adaptação original sueca, do diretor Niels Arden Oplev (que tem como plus à Noomi Rapace interpretando à espetacular Lisbeth, presentão de personagem), e de ler a trilogia (“Os homens que não amavam as mulheres”, “A menina que brincava com fogo” e “A rainha do castelo de ar”).
Já julgarei o remake com mais propriedade quando assista ao original, mas desde já posso dizer que creio que a responsabilidade de dirigir a versão americana não poderia haver caído em melhores mãos que as de David Fincher (o mesmo do maravilhoso “Seven”
Amei ❤️❤️
... sobre as 2:38h de duração creio que o auge do filme aconteceu uns 30 minutos antes do final. Imagino que sua última 1/2 hora tenha tido o objetivo de ser fiel ao livro ou de dar um toque de ternura mais ao longa. Bom, funcionou. Não sobrou.
... mais sobre Rooney Mara: acho que merecia muitíssimo mais a indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por este trabalho do que por “Carol”.
... parece ser que realmente haverá sequência, estreia prevista para este ano ainda (2018). Novo diretor, novo elenco. Não sei não se funcionará, acho que preferirei não estragar a lembrança.
Daniel Craig sobrio e correto no seu papel. Como sempre, dirão. Não, ainda mais.
Terminei 2:38 horas de filme com vontade de assistir à adaptação original sueca, do diretor Niels Arden Oplev (que tem como plus à Noomi Rapace interpretando à espetacular Lisbeth, presentão de personagem), e de ler a trilogia (“Os homens que não amavam as mulheres”, “A menina que brincava com fogo” e “A rainha do castelo de ar”).
Já julgarei o remake com mais propriedade quando assista ao original, mas desde já posso dizer que creio que a responsabilidade de dirigir a versão americana não poderia haver caído em melhores mãos que as de David Fincher (o mesmo do maravilhoso “Seven”
Amei ❤️❤️
... sobre as 2:38h de duração creio que o auge do filme aconteceu uns 30 minutos antes do final. Imagino que sua última 1/2 hora tenha tido o objetivo de ser fiel ao livro ou de dar um toque de ternura mais ao longa. Bom, funcionou. Não sobrou.
... mais sobre Rooney Mara: acho que merecia muitíssimo mais a indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por este trabalho do que por “Carol”.
... parece ser que realmente haverá sequência, estreia prevista para este ano ainda (2018). Novo diretor, novo elenco. Não sei não se funcionará, acho que preferirei não estragar a lembrança.