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Gostei muito do filme, sobretudo pelo enfoque maior no sujeito por trás da armadura, Tony Stark. Porém, a principio, tal enfoque deixa de lado aquilo que, teoricamente, é o mais esperado em filmes de super-heróis, o vilão. O lançamento do filme causou entre os fãs um grande alvoroço, já que o inimigo da vez seria, nada menos que o Mandarim. Não vou entrar em maiores detalhes, pois a reviravolta do filme pode agradar a alguns e desagradar muitos. Mas uma coisa é fundamental para buscar entender a lógica do filme, assisti-lo até ao fim dos créditos. O fato apresentado elucida um fundamento central, no enredo, utilizado pelo diretor, a narrativa em off.
spoiler:
Estando Tony Stark em análise com o Dr Bruce Banner (mesmo não sendo esta a sua especialidade, como dito pelo próprio), deduz-se que todo o filme nada mais é que a sessão de análise.
Assim sendo, o discurso apresentando é um discurso terapêutico, e portanto, rico de sutilezas específicas da clínica pela palavra. Algumas questões tornam-se interessantes ao ver o filme e analisá-lo. spoiler: Quem é o garoto que ajuda Tony Stark? Porque não aparecem seus pais? Ambos são sarcásticos, ácidos, porém envolventes e simpáticos. Seria esse seu eu? A criança mimada, deixada de lado em seu inconsciente?
Por este ponto de vista temos um filme único, e portanto revolucionário, no qual o inimigo pode ser o Mandarim ou não, sendo ele mesmo, ou não, o que no fundo pouco importa, pois o verdadeiro inimigo do homem de ferro é o próprio Tony Stark e vice-versa. Se assim o for, eis a grande sacada do filme. Ao menos assim o vi. E gostei.
Assim sendo, o discurso apresentando é um discurso terapêutico, e portanto, rico de sutilezas específicas da clínica pela palavra. Algumas questões tornam-se interessantes ao ver o filme e analisá-lo. spoiler: Quem é o garoto que ajuda Tony Stark? Porque não aparecem seus pais? Ambos são sarcásticos, ácidos, porém envolventes e simpáticos. Seria esse seu eu? A criança mimada, deixada de lado em seu inconsciente?
Por este ponto de vista temos um filme único, e portanto revolucionário, no qual o inimigo pode ser o Mandarim ou não, sendo ele mesmo, ou não, o que no fundo pouco importa, pois o verdadeiro inimigo do homem de ferro é o próprio Tony Stark e vice-versa. Se assim o for, eis a grande sacada do filme. Ao menos assim o vi. E gostei.