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As obras artísticas são classificadas em primeira, segunda, terceira... O romance escrito por John Green faz parte da sexta, e a adaptação cinematográfica dirigida por Josh Boone é sétima arte. No entanto a obra de arte The Fault in Our Stars (título original) é algo único e faz parte de um grupo seleto de clássicos da arte moderna. É simples: o livro leva a nossa imaginação ao mundo particular de Hazel Grace e Augustus Waters ao passo que o filme nos permite sentir por alguns minutos como é a vida de duas pessoas com câncer: tão especial quanto a sua vida.
Hazel e Gus se conhecem no grupo de apoio que ela frequenta. Nasce logo no estacionamento uma amizade. Gus é o garoto despojado que não se importa com o que os outros pensam dele, e Hazel descobre nesse garoto tão intrigante um amigo que não lhe faça perguntas sobre sua doença, não se importe com o fato de que ela pode morrer a qualquer segundo, que ela é uma granada.
O filme nos leva a cenários simples em Indianápolis, entre a casa de Gus e de Hazel. Quando surge a oportunidade de Hazel conhecer seu ídolo, o escritor Van Houten (autor de seu livro predileto: Uma Aflição Imperial), Gus ve nessa viagem a oportunidade de algo a mais com a garota que lhe faz sorrir noite e dia.
E é na romantica Amsterdam que Hazel descobre o amor, e junto de Gus ela passa pelas experiencias de sua vida, a sua primeira noite e seu primeiro beijo.
A película corre facilmente, graças muito ao roteiro pré definido excelentemente por Green em sua obra literária; o filme ainda conta com um ótimo elenco, e com dois protagonistas que deixam muitas duplas romanticas famosas no chinelo. A linda e talentosa Shailene Woodley faz com Ansel Elgort um casal da sétima arte, digamos que ambos tem uma química única e que nasceram para o papel.
Essa obra de arte não ficaria completa se não fosse uma bela trilha sonora, por isso os compositores e interpretes fizeram um trabalho digno de Oscar. Provando que esse filme tem a mistura perfeita. Aqui vai uma dica: fique até depois de subirem os créditos para se extasiar com All of The Stars (do britanico Ed Sheraan).
Por fim vale lembrar que esse filme vence pelas ótimas cenas simples de romance e pela excelencia em nos mostrar o quão simples é a vida; feita de momentos únicos e inesquecíveis, e que para aqueles que se acham granadas e que ser especial é tão importante, vale ressaltar que viver é simplesmente compartilhar emoções e fazer dos bons momentos figuras que nunca serão esquecidas, nem na sua mente, nem daquele com que você as compartilhou.
Não perderei a chande de terminar minha crítica com uma passagem do livro, OK?
Pois bem, "Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, mas é possível escolher quem vai feri-lo."
Hazel e Gus se conhecem no grupo de apoio que ela frequenta. Nasce logo no estacionamento uma amizade. Gus é o garoto despojado que não se importa com o que os outros pensam dele, e Hazel descobre nesse garoto tão intrigante um amigo que não lhe faça perguntas sobre sua doença, não se importe com o fato de que ela pode morrer a qualquer segundo, que ela é uma granada.
O filme nos leva a cenários simples em Indianápolis, entre a casa de Gus e de Hazel. Quando surge a oportunidade de Hazel conhecer seu ídolo, o escritor Van Houten (autor de seu livro predileto: Uma Aflição Imperial), Gus ve nessa viagem a oportunidade de algo a mais com a garota que lhe faz sorrir noite e dia.
E é na romantica Amsterdam que Hazel descobre o amor, e junto de Gus ela passa pelas experiencias de sua vida, a sua primeira noite e seu primeiro beijo.
A película corre facilmente, graças muito ao roteiro pré definido excelentemente por Green em sua obra literária; o filme ainda conta com um ótimo elenco, e com dois protagonistas que deixam muitas duplas romanticas famosas no chinelo. A linda e talentosa Shailene Woodley faz com Ansel Elgort um casal da sétima arte, digamos que ambos tem uma química única e que nasceram para o papel.
Essa obra de arte não ficaria completa se não fosse uma bela trilha sonora, por isso os compositores e interpretes fizeram um trabalho digno de Oscar. Provando que esse filme tem a mistura perfeita. Aqui vai uma dica: fique até depois de subirem os créditos para se extasiar com All of The Stars (do britanico Ed Sheraan).
Por fim vale lembrar que esse filme vence pelas ótimas cenas simples de romance e pela excelencia em nos mostrar o quão simples é a vida; feita de momentos únicos e inesquecíveis, e que para aqueles que se acham granadas e que ser especial é tão importante, vale ressaltar que viver é simplesmente compartilhar emoções e fazer dos bons momentos figuras que nunca serão esquecidas, nem na sua mente, nem daquele com que você as compartilhou.
Não perderei a chande de terminar minha crítica com uma passagem do livro, OK?
Pois bem, "Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, mas é possível escolher quem vai feri-lo."