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Assisti a esse filme ontem em uma pré-estréia e é um filme que quando termina, fica na expectativa: foi só isso? Mas o que salva o filme é realmente o trio pai-mãe-madrasta (Robert, Diane e Susan). Eles estão ótimos como não poderia deixar de ser, são atores super competentes. O roteiro em si é muito pobre e chega a ser ilógico. Deu pena do Robin Willians, o personagem é péssimo: ele o padre que vai realizar o casamento que prega a moral da virgindade antes do casamento (lembra um outro padre que ele fez em um filme com a Mandy Moore, só que mais chato). Detalhe: ele é um alcoólatra. Sabemos que o ator tem problemas com bebida, espero que pelo menos ele tenha recebido um cachê que tenha compensado esse personagem constrangedor. A personagem da filha surpreende por uma carga mais dramática, o que acaba fugindo do tema central do filme. O personagem do filho descamba no meio do filme: ele era um rapaz virgem em busca de um amor verdadeiro que quando conhece uma latina fica louco para ter uma aventura sexual com ela (?). No final das contas, os noivos que seriam o centro da história acabam de lado, como coadjuvantes, quase desapercebidos. O que o filme conseguiu transmitir com sucesso foi o relacionamento confuso de uma família porém todos se amam. É o que a maioria das famílias são, certo?