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Em meio a inúmeros longas destinados a retratar somente o racismo na sociedade estadunidense, “Histórias cruzadas” ultrapassa os limites impostos por paredes e mostra a situação vivida por empregadas negras que criavam os filhos da elite branca, focando, mais especificamente, na separação de banheiros para as diferentes etnias – para “evitar doenças”. Motivada pela opinião contrária a tal atitude e pela experiência própria, no caso, em sua criação, Skeeter (Emma Stone) decide escrever sobre o que acham as domésticas em relação ao tratamento recebido por elas. No início, há resistência em contribuir, mas, à medida que acontecem fatos absurdos, a adesão aumenta. O filme é bastante emocionante,
spoiler:
principalmente nas cenas das demissões de Constantine (Cicely Tyson) e Aibileen (Viola Davis) – chorei em ambas –,
contudo poderia ter sido bem mais profundo, tanto no preconceito exalado pela sociedade, que foi bem representado apenas no início, quanto na produção e repercussão do livro “The Help” (traduzido como “A resposta”), temática central da trama. Entretanto, sem dúvida, as indicações a importantes prêmios, como Oscar e Globo de Ouro, tiveram razão para acontecer.
contudo poderia ter sido bem mais profundo, tanto no preconceito exalado pela sociedade, que foi bem representado apenas no início, quanto na produção e repercussão do livro “The Help” (traduzido como “A resposta”), temática central da trama. Entretanto, sem dúvida, as indicações a importantes prêmios, como Oscar e Globo de Ouro, tiveram razão para acontecer.