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Existem filmes para rir; filmes para chorar; filmes para surpreender e filmes para se aventurar. A trilogia de 'O Senhor dos Anéis' sem dúvida se enquadra na aventura, só que, diferente do que muitos críticos esperam de tais filmes, seus filmes também podem fazer rir, chorar e surpreender, tudo ao mesmo tempo.
Assim como os dois anteriores, 'O Retorno do Rei' é dotado de uma computação gráfica jamais vista em qualquer filme de fantasia, e as 4 horas de duração (na versão estendida) tornam-se por demais realísticas sobre todo um universo de fantasia que o espectador assiste, e passa a viver todo o longa como quem descobre uma história incrível. E por que não ser considerado épico?
A trama, como um todo, vive a guerra do retorno dos seguidores de Sauron graças à permanência de seu anel, e a única forma de pôr um fim nisso é destruindo tal anel, tarefa que é incumbida ao pequeno Frodo, um hobbit. E, durante seus três longos filmes (acho que em média 12h se juntar os três) a missão de Frodo é estendida devido ao seu longo caminho e as dificuldades que encontra, as quais não enfrenta sozinho, pois seus amigos, em especial Sam, ajudam-no a carregar esse grande fardo e responsabilidade. Enquanto isso, a guerra contra os seguidores de Sauron começa, e a única solução de sobrevivência é a união dos reinos dos homens graças ao retorno do tão nobre rei que sucede a linhagem que derrotou Sauron nos tempos antigos.
Uma história e tanto com um desenvolvimento de personagens e cenários de cair o queixo, porém, em 'O Retorno do Rei', observa-se um mesmo deslize do 2º filme, que é a prolongação exagerada de toda a história. Assim como em 'As Duas Torres', vemos uma exploração muito bem feita, no entanto demasiada. O filme força um pouco em ser marcante e toda a história mais parece um seriado, enquanto se aguarda um tarefa simples e deixada um pouco de lado nos dois últimos filmes, que é a missão de Frodo. 'O Retorno do Rei' prolonga os dias para dar mais espaço ao universo da Terra Média, e sua trama principal fica em segundo plano, o que prejudica e muito o que se diria por "paixão" pela história.
Todavia, uma obra marcante e, sem dúvida, a trilogia merece ser conhecida como a melhor do gênero, fazendo com que mesmo após 10 anos de exibição, ainda seja relembrada e duradoura que merece mesmo ficar na história, e nunca esquecida.
Assim como os dois anteriores, 'O Retorno do Rei' é dotado de uma computação gráfica jamais vista em qualquer filme de fantasia, e as 4 horas de duração (na versão estendida) tornam-se por demais realísticas sobre todo um universo de fantasia que o espectador assiste, e passa a viver todo o longa como quem descobre uma história incrível. E por que não ser considerado épico?
A trama, como um todo, vive a guerra do retorno dos seguidores de Sauron graças à permanência de seu anel, e a única forma de pôr um fim nisso é destruindo tal anel, tarefa que é incumbida ao pequeno Frodo, um hobbit. E, durante seus três longos filmes (acho que em média 12h se juntar os três) a missão de Frodo é estendida devido ao seu longo caminho e as dificuldades que encontra, as quais não enfrenta sozinho, pois seus amigos, em especial Sam, ajudam-no a carregar esse grande fardo e responsabilidade. Enquanto isso, a guerra contra os seguidores de Sauron começa, e a única solução de sobrevivência é a união dos reinos dos homens graças ao retorno do tão nobre rei que sucede a linhagem que derrotou Sauron nos tempos antigos.
Uma história e tanto com um desenvolvimento de personagens e cenários de cair o queixo, porém, em 'O Retorno do Rei', observa-se um mesmo deslize do 2º filme, que é a prolongação exagerada de toda a história. Assim como em 'As Duas Torres', vemos uma exploração muito bem feita, no entanto demasiada. O filme força um pouco em ser marcante e toda a história mais parece um seriado, enquanto se aguarda um tarefa simples e deixada um pouco de lado nos dois últimos filmes, que é a missão de Frodo. 'O Retorno do Rei' prolonga os dias para dar mais espaço ao universo da Terra Média, e sua trama principal fica em segundo plano, o que prejudica e muito o que se diria por "paixão" pela história.
Todavia, uma obra marcante e, sem dúvida, a trilogia merece ser conhecida como a melhor do gênero, fazendo com que mesmo após 10 anos de exibição, ainda seja relembrada e duradoura que merece mesmo ficar na história, e nunca esquecida.