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Uma história muito interessante, bem dirigida, com ritmo dinâmico, mas sem ocultar detalhes preciosos ao enredo. Acerta em cheio ao retratar as diversas facetas de Kroc, instigando o espectador a tecer seu próprio julgamento sobre o personagem central. Michael Keaton está ótimo, e seu personagem jamais ganha tratamento hagiográfico pelo filme. Pelo contrário, Hancock usa o personagem como símbolo de uma América gananciosa e insensível, ...
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O desenrolar da trama pode até ser previsível e o final pra lá de piegas, mas An Education é um coming of age movie da melhor especie. Revelação estrelar de Carey Mulligan, que encarna Jenny de forma tão doce, tão honesta que chega a ser impossível não entrar no drama da personagem, por mais que tente. Belo retrato também da hipocrisia da sociedade britânica e da situação das mulheres naquele período. Adaptação de época ...
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Terrozão galhofa ao melhor estilo trash, que consagrou diretores como Sam Raimi. Uma lambada 3D que embora traga alguns momentos inspirados(dado principalmente a estetica greep e a performance carismática de Alexandra Dadario), Chainsaw falha miseravelmente em criar momentos assustadores ou minimamente tensos. Nota : 5.0 / 10
Ridiculamente dirigido (parece um projeto amador), pessimamente interpretado, roteiro totalmente raso. Crepúsculo é uma falha em todos os sentidos, provando que a lavagem cerebral em pessoas de baixo QI é das fortes. Em tempos tão liberais como os atuais, me intriga o sucesso de uma franquia que, nas entrelinhas, prega a submissão das mulheres. Muito ruim.
Ao contrário do livro, o filme consegue equilibrar bem a história do cão Marley com a do casal de protagonistas e a luta diária de ambos pelo casamento e pelos filhos. O resultado final, no entanto, fica num meio termo. Marley e Eu é uma produção comercial que tem seus erros ofuscados por vários acertos. Longe de ser um grande filme ou uma obra obrigatória, a comédia dramática vale ser vista por agradar facilmente, pelo tom leve com ...
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A linha previsível de acontecimentos é apenas mera desculpa para que Coogler denuncie sua paixão por um mito e traga Stallone de volta ao seu passado que o consagrou, desta vez analisando a passagem do tempo e suas consequências. O excesso de fan service, o enredo linear demais e a luta final anti-climática poderiam estragar a experiência, mas a nostalgia e a performance comprometida do velho Stallone garantem uma jornada bem edificante. 8.5/10
John Woo já tinha uma carreira consolidada em Chinatown quando se envolveu com a missão de dirigir A Outra Face (Face/off, 1997). De seu currículo, já constavam Bala na Cabeça (Die xue jie tou, 1990), pungente retrato de amizades esfaceladas, e Fervura Máxima (Lat sau san taam, 1992), igualmente balístico, porém mais voltado para a perseguição desenfreada - esses são apenas dois exemplos de seu talento como realizador. A maior ...
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O desperdício de uma atriz tão talentosa como Joan Allen impressiona. Esse filme é a confirmação da decadência do - outrora - prestigiado diretor Lasse Hallström. O enredo não possui grandes arroubos de criatividade, e não convence minimamente.
Não vi o primeiro filme e não sei muito deste Universo de Horror compartilhado que a Warner tá querendo montar, indo na estera do sucesso do MCU. Mas tive uma agradável surpresa, garante momentos de tensão, dado a uma direção inteligente, que manipula as emoções do público com maestria, sem se render ao mero maniqueísmo. Porém padece das fraquezas características do gênero, apresentando um plot pra lá de clichê e previsível, que ...
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Confirma a curva ascendente da franquia. Tom Cruise dá o seu melhor e mostra novamente que é um astro de ação único. Porém, Rogue Nation não é tão original e empolgante quanto seu antecessor. Boa aventura de espionagem.
É um filme empolgante, envolvente. Uma boa atuação centralizada de Blake Lively, a direção também consegue criar momentos de tensão realmente muito bons. É tudo muito bom e ao mesmo tempo muito ordinário, convencional. Mas entretêm com eficiência.
Uma sátira que preza pela nostalgia, misturando elementos de filmes policiais das décadas de 1970 e 1980, encontrando em Ryan Gosling e Russell Crowe uma dupla pra lá de inspirada. O ritmo de Black é quase milagrosamente Hawksiano, e há um maravilhamento, um encanto quase feiticeiro nos anos 70 e que se desmembra no que a década guarda de festivo, de fortuito e informal, de groovy. Entretenimento, nostalgia, reflexão. É pra isso que o ...
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A truculência masculina decadente, o espírito jovem e feminino sendo enterrado por algo muito maior e monstruoso, o mundo sem sentido, tragicômico, e a luta que já começa perdida. Antes de ser um faroeste, é um Coen legítimo. Não entendi uma palavra do que disse Jeff Bridges. Algumas cenas são longas demais e o final é um pouco piegas, mas nada que atrapalhe o deleite geral.
Embora seja previsível, melodramático e unidimensional, a direção do filme consegue extrair boas atuações do elenco central e o roteiro desenvolve a trama de enigmas matemáticos de maneira astuta. Nota : 6.5 / 10
No mínimo decepcionante. Mas não dá nem pra dizer que esperava mais do filme, afinal, é uma trama um tanto antiquada, pelo menos os trailers empolgavam...Johnny Depp numa atuação absolutamente ridícula.
Um equilíbrio raro entre o estilismo visual e o cuidado narrativo, Neon Demon pode parecer por vezes uma experiência cinematográfica um tanto quanto desconfortável, mas é inegavelmente uma peça marcante no novo cinema independente. Elle Fanning numa atuação notável.
Um filme muito estranho. Um filme muito desconfortável. Um filme muito instigante. Um filme muito inteligente.
Ant-Man tinha tudo pra ser um verdadeiro fiasco, dado ao fato de ser um personagem menor na MARVEL, mas assim como seus iguais Homem de Ferro e Thor, consegue se provar com muita técnica, um elenco afiado, e principalmente, muito bom humor. Perde pela cena inicial canastrona e roteiro previsível, mas vale ser visto pela diversão. Paul Rudd é demais!
Um filme diferente, interessante. Bobo e mal produzido, mas interessante. Emily Blunt casa comigo! 7.0
É um filme bobo, ofensivo e gratuito. Mas também é surpreendente inteligente e provocativo. Nota : 7
Pode não ser o melhor filme vindo do Universo Cinematográfico Marvel, Mas assim como o seu antecessor, Mundo Sombrio ainda oferece ação de larga escala com uma boa pitada de humor que os fãs sempre apreciam.
Simplesmente ridículo. Uma tosquice sem fim. Além de se levar a sério demais, nenhum personagem diz a que veio.
É basicamente a repetição de tudo que deu tão certo no filme original, mas com um resultado final bem menos memorável. Vai bem além da diversão infantil, com uma mensagem doce de tolerância. A concepção visual dos oceanos continua deslumbrante.
Uma boa aventura teen, divertido. Pensei que ia gostar mais, talvez eu só virei um velho chato que não aproveita nada mesmo. Em suma, é uma aventura bastante divertida. Entretenimento puro, pra relaxar e esquecer um pouco dos problemas deste mundo real e chato. Um filme todo redondinho, começa com o background do vilão abutre, depois salta no tempo para apresentar a apoteótica batalha em Guerra Civil pelos olhos de Peter Parker(agora como ...
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Clássico. Que vai ser devidamente reconhecido com o tempo. Muita gente não entendeu direito o que Ridley Scott estava querendo dizer. Elizabeth Shaw, personagem icônica a altura de Ripley. As voltas que o roteiro dá, os diálogos às vezes pouco inspirados incomodam, mas nada que se sobreponha as qualidades. Visual de encher os olhos.
Ridiculamente pretensioso, tão sisudo que chega ao ponto de ser involuntariamente engraçado. Muita coisa não funciona, e o que funciona não é suficiente. Por mim valeria o tempo só pela trilha sonora e as cenas com a Mulher Maravilha.
Quase consegue ser tão desconjuntado e mal escrito que The Last Stand. Esse é um péssimo sinal, indica talvez que Brian Singer deva seder seu espaço para outro realizador que possa dar uma roupagem nova na franquia. Um filme que seria totalmente esquecível se não fosse pela ótima revelação Sophie Turner, que dá novo fôlego à uma personagem desgastada(Jean Grey), fora a dupla James McCavoy e Michael Fassbender, que continuam muito ...
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Ainda não é a adaptação perfeita dos desenhos clássicos, mas diverte e comove com muita eficiência. Ótimo.
Meio road movie com cara de feel good flick, Keith Richards : Under the Influence é fundamental para conhecer melhor a trajetória do icônico guitarrista dos Stones.
Drama previsível sobre superação através do empreendedorismo. Jennifer Lawrence bastante carismática como sempre. Dá pra passar o tempo, mas não oferece nada de muito interessante.
Um filme realmente muito prazeroso de se assistir. É um angu das convenções do gênero, tem um pouco de Apolo 13 aqui, um pouco de Gravidade ali...Enfim, não inventa a roda, mas garante uma diversão bastante saudável. Aqui o compromisso é com o entretenimento, não com a objetividade científica, que francamente, ninguém dá a mínima. Esse blablablá de física quântica que o personagem do Jason Bourne usa pra tentar sobreviver em Marte ...
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Acho que não fui o único a ter a sensação de estar assistindo a um verdadeiro clássico. Brooklin é aquele tipo de filme atemporal, que certamente envelhecerá como vinho.
Big Hero é bem mais que só uma animação fofinha da Disney, com personagens fofinhos fazendo coisas fofas e dando lições de moral politicamente corretas para a criançada. Os personagens principais tem profundidade dramática e o enredo é maduro e não nos subestima, além do visual maravilhoso. Mas fica aquele ''podia ser melhor'', uma sensação de ''já vi isso antes''...O gancho escancarado pra continuação nos dá esperança de ...
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Dazed and Confused é aquele tipo de filme que só fica melhor a cada revisita. Tem tudo o que um grande teen movie tem que ter. É engraçado, é reflexivo, e é comovente. Ninguém capta a juventude como Richard Linklater, só Almost Famous interpretou tão bem os anos 70. Soundtrack que define caráteres.
Levando em conta o marketing magistral da Fox Films e o pioneirismo temático que imprimiu, mostrando que filmes de super-heróis podem sim funcionar com um conteúdo mais adulto, diria que Deadpool se trata mesmo de um grande triunfo da MARVEL. Mas a sensação que obtive não foi tão extasiante, o longa, no afã de se provar, passa um pouco dos limites do humor escatológico e se transforma, na maior parte do tempo, em puro deboche grotesco. ...
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É incrível às vezes como as pessoas botam suas expectativas em cima de um filme, esperam que ele surpreenda, invente a roda. E um filme não precisa inventar a roda, não precisa ser um primor em técnica ou ter um enredo totalmente original, ainda mais que esse filme integra um gênero já tão saturado como o suspense. Um filme só precisa ser bem sucedido naquilo em que se propõe, Don't Breath têm o intuito de ser um thriller denso e ...
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