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Obra-prima. Clássico. Sem sangue, sem cabeça cortada, sem clichês que enchem os olhos de grande parte dos telespectadores. O final de "O bebê de Rosemary" é um dos mais perturbadores, decifradores, e aterradores que já vi, ao lado também das cenas finais de "O que terá acontecido a Baby Jane?" e "Testemunha de acusação". É preciso compreender um pouquinho de cinema para constatar a monstruosidade de beleza desta obra.
Fotografia digna de aplausos, mas elenco bem razoável. Titoteio dentro do Titanic? O filme se perdeu no final caracterizando uma novelazinha global. Não entra na minha coleção de grandes filmes. Já o clássico "O destino do Poseidon (1971)" figura como um dos maiores do gênero catástrofe ao lado do "Inferno na torre". Estes dois últimos, sim, são bem fetíssimos cujos elencos são de arrepiar.