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Obra-prima. Clássico. Sem sangue, sem cabeça cortada, sem clichês que enchem os olhos de grande parte dos telespectadores. O final de "O bebê de Rosemary" é um dos mais perturbadores, decifradores, e aterradores que já vi, ao lado também das cenas finais de "O que terá acontecido a Baby Jane?" e "Testemunha de acusação". É preciso compreender um pouquinho de cinema para constatar a monstruosidade de beleza desta obra.