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Os personagens se alimentam das árvores, da luz solar, dos matos, dos animais inexpressivos, dos ventos, das águas e até mesmo de elementos humanos, ainda que divinos, como a inocente felicidade das crianças que não possuem conflitos emergentes ou a intimista humildade de um faxineiro que crê piamente em Deus sem aparentar nenhum tipo de profundidade, diferente de um Padre que se vê em crise de fé por tanto questioná-lo... “Amor ...
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Por fim, People Like Us se torna um dos melhores dramas de 2012. É um filme belíssimo, que infelizmente vai chegar a poucas pessoas. Desde junho nos Estados Unidos, o filme segue sem previsão de estreia por aqui, obviamente, sem distribuidora. Fico chateado com esses filmes muito bons que geralmente nem pisam pelos territórios brasileiros.
O filme é, sem sombra de dúvidas, maravilhoso.
O filme é, sem sombra de dúvidas, maravilhoso.
Uma perseguição frenética abre o filme de maneira digna. E quando ela acaba pensamos que já estamos maravilhados, mas o filme nos tira sua carta da manga: Uma abertura belíssima e muito bem construída, ao som aveludado de Adele. Fabulosa! Uma das melhores e mais criativas aberturas do cinema!
A abertura acaba e o filme não deixa o ritmo cair. As transições do roteiro são surpreendentes. Tal roteiro, muito bem escrito e construído da ...
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Mesmo em meio a jogos de sedução gratuitos, clichês dissimulados, personagens mal desenvolvidos e uma história que se resvala em um clímax absurdo, o filme ainda consegue divertir com seu suspense em torno do destino da própria história – por mais que várias coisas possamos prever. “A Fuga” não deixa de ser uma diversão; um filme mediano para se assistir uma única vez. Talvez se assista outra vez, um ano depois, já que este não ...
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Alguns exageros visuais e narrativos soam cansativos, mas, mesmo assim, Indomável Sonhadora continua sendo um filme divertido de ver. É gostoso de ouvir a doce voz de Wallis narrando os pensamentos da Hushpuppy sonhadora, buscando batidas de coração em todos os lugares, procurando conceitos sobre a vida, enfim, tentando entende-la. Quem disse que é preciso pôs os pés no chão para isso?
David O. Russell, além de criar uma identidade visual para o seu novo filme, consegue criar também uma identidade no roteiro; criativo, David transmite as sensações dos seus personagens! Em uma determinada cena do filme, de uma aposta, podemos ter ainda mais certeza disso.
O filme, mesmo com um ritmo atrapalhado e com algumas cenas um tanto desnecessárias e sem nexo, ainda vale a pena pela atuação impecável de Charlize Theron (Rainha) e tranquila de Kristen Stewart (Branca de Neve). As cenas de guerra são bem construídas e existem bons diálogos. Enfim, é um filme simplesmente legal. Nada de ousado aqui.
“Oz – Mágico e Poderoso” pode acabar soando muito chato e sem criatividade para quem não conferiu o longa de 1939, ou simplesmente para quem não se recorda muito bem. Algumas coisas podem parecer infantis demais, como as ideias mirabolantes e antiquarias de “Profecias” ou “O Grande Salvador que estávamos esperando...” – Alice... É você...
Mesmo com sua fraqueza estrutural e seu nível “Pipoca”, com suas inesperadas ...
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Os Vingadores é um filme que realmente me surpreendeu do começo ao fim. O enredo foi diferenciado, o roteiro estava extremamente bem amarrado. Os cenários, o incrível elenco, as atuações, os confrontos, as genialidades, as cenas dramáticas e cômicas, a direção, a fotografia, tudo, tudo estava simplesmente fantástico.
É um jazz; lindo, mas muito triste; dramático ao extremo, forte e muito intenso, além de meticuloso em cada tomada, cada gesto e até mesmo em cada fala. Preste atenção, se desfrute. A melancolia nunca foi tão bela...
Digo com nitidez e confiança, que, de todos os indicados à melhor filme do ano, “Os Miseráveis” é o mais profundo, comovente, intenso, formoso e cativante. É o filme que, embora Academia não lhe dê muitas chances, eu adoraria vê-lo ganhar a estatueta da noite e sim, me emocionaria, assim como me emocionei ao ver cenas musicais tão lindas, em especial, a de Anne Hathaway. Tom Hooper consegue de maneira excelente, não só criar uma ...
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No momento em que eu saí da sala do cinema, disse: “Esse é um dos melhores filmes que já assisti na minha vida; completamente maravilhoso! Só que eu não sei muito bem o porquê...” – Mas depois, conversando com amigos e relembrando de cenas; tentando conectá-las... Foi incrível; uma verdadeira epifania. Confuso, primoroso e muito, muito inteligente, A Viagem, pra mim, foi o melhor filme de 2012. :D
O filme usa de inúmeros elementos para se tornar um filme pesado: Muitas drogas, Sexo exagerado, referências ao mesmo, Muitos, MUITOS palavrões e xingamentos, gestos obscenos, cenas terrivelmente nojentas... É, realmente essa é a receita perfeita para "Como não se fazer uma comédia". Mas, sinto muito, essa é a maneira mais engraçada.
Contudo, talvez eu só tenha achado o filme gostoso de assistir por que ele é do Tim Burton, e não por que ele é muito bom, de fato. Foi difícil ter que apontar erros no filme, mas tenho que fazer isso... Minha vontade era dar Nota 10, só por que sou fã dele e tudo que ele fizer deve me agradar de alguma maneira. Isso é bom? Um cinema feito para somente aos fãs?
Talvez não. Mas, Tim, caso queira continuar assim, pode continuar; seus fãs ...
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É muito doido, confuso, e acaba do nada. É um filme que você assiste e sai do cinema pasmo, tentando achar um fundamento profundo para todas as cenas fortíssimas que foram assistidas. Tentando achar um propósito para tanto peito e bunda, pra tanto sangue e pra tanta violência. Talvez seja difícil achar tantos motivos para um filme como esse; um filme sem motivo.
Amanhecer: Parte 2 termina para findar a saga dos vampiros e lobos mais diferentes de toda literatura e de todo o cinema. Uma saga que se iniciou com um propósito interessante, se afundou por explorar demais o melodrama, e ter para a personagem principal, uma atriz sem expressão. Uma saga que se aproveitou de uma ótima fórmula que Stephenie Meyer tinha descoberto. Tal fórmula, que se resultou na maneira mais fácil de fazer as meninas ...
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Prometheus passa extremamente longe de ser um filme ruim. É angustiante, um tanto inovador e em certos momentos chega a ser surpreendente. Erra, erra, erra, e não cansa de errar. Quer dizer, cansa, e é nesse momento em que o telespectador desfruta de umas das cenas mais bem elaboradas do ano.