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Ser um bom cinéfilo não é fácil. Se você não tiver a paciência para assistir longos (e por vezes tediosos) filmes você vai deixar de lado obras-primas espetaculares. E se você não deixar de lado todos os seus preconceitos você também não vai assistir filmes grandiosos e que inovaram o mundo cinematográfico. Esse é o caso de O Segredo de Brokeback Mountain!
O filme já se mostrava inovador a ser um dos poucos grandes filmes a chegar ao circuito comercial que falavam de romances homossexuais. E ele inovou ainda mais transportando esse amor para um clima de faroeste, lugar onde a masculinidade e a violência predominam. Tirando de lado estereótipos e preconceitos idiotas, qualquer bom cinéfilo percebe o quão bom esse filme é. E eu não digo sobre o romance homossexual, ou sobre as cenas “quentes”, mas sim sobre diversos fatores cinematográficos.
A começar pela direção do Ang Lee, se mostrando mais uma vez espetacular, conduzindo esse filme inovador e tenso de uma forma por vezes leve, por vezes brusca e rústica, mas nunca perdendo o ritmo. O roteiro se destaca mais por sua originalidade, e mesmo tendo alguns momentos desnecessários ele é bem estruturado e bom. O que dizer das atuações? Nada menos que perfeitas! A dupla de protagonistas, Heath Ledger e Jake Gyllenhaal, nos convencem com sua história de amor. O elenco de apoio também está nota 10, principalmente a Anne Hathaway e a Michelle Williams (destaque maior para a Michelle). Até mesmo a Anna Faris, que faz uma ponta bem rápida no filme, se sai estranhamente bem, não nos lembrando em nada aquela atriz de Todo Mundo em Pânico. Vários outros quesitos se mostram impressionantes: como a trilha-sonora (um casamento perfeito de imagens e sons), as locações (simples e lindas), a fotografia, o figurino, a edição...
Excessivamente polêmico para alguns, “inassistível” para outros, mas uma obra-prima para quem realmente ama cinema, sendo ele gay, hétero, bi ou o que for.
O filme já se mostrava inovador a ser um dos poucos grandes filmes a chegar ao circuito comercial que falavam de romances homossexuais. E ele inovou ainda mais transportando esse amor para um clima de faroeste, lugar onde a masculinidade e a violência predominam. Tirando de lado estereótipos e preconceitos idiotas, qualquer bom cinéfilo percebe o quão bom esse filme é. E eu não digo sobre o romance homossexual, ou sobre as cenas “quentes”, mas sim sobre diversos fatores cinematográficos.
A começar pela direção do Ang Lee, se mostrando mais uma vez espetacular, conduzindo esse filme inovador e tenso de uma forma por vezes leve, por vezes brusca e rústica, mas nunca perdendo o ritmo. O roteiro se destaca mais por sua originalidade, e mesmo tendo alguns momentos desnecessários ele é bem estruturado e bom. O que dizer das atuações? Nada menos que perfeitas! A dupla de protagonistas, Heath Ledger e Jake Gyllenhaal, nos convencem com sua história de amor. O elenco de apoio também está nota 10, principalmente a Anne Hathaway e a Michelle Williams (destaque maior para a Michelle). Até mesmo a Anna Faris, que faz uma ponta bem rápida no filme, se sai estranhamente bem, não nos lembrando em nada aquela atriz de Todo Mundo em Pânico. Vários outros quesitos se mostram impressionantes: como a trilha-sonora (um casamento perfeito de imagens e sons), as locações (simples e lindas), a fotografia, o figurino, a edição...
Excessivamente polêmico para alguns, “inassistível” para outros, mas uma obra-prima para quem realmente ama cinema, sendo ele gay, hétero, bi ou o que for.