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A franquia "Velozes e Furiosos" já é consagrada no cinema atual. Seus filmes repletos de ação, lutas, tiroteios, carros e explosões deixam qualquer fanático pelo gênero satisfeito.
O sétimo filme não desagrada em nenhum dos quesitos que fazem um verdadeiro filme de ação, porém adicionam uma dose dramática acentuada, um misto de tristeza, comoção e nostalgia que o edificam.
Em questão de enredo e de história, não há muita novidade. Vemos o famoso e já batido argumento para justificar toda a ira, raiva, ódio e frieza de um vilão (Jason Statham): a vingança. E é claro que essa vingança inclui exterminar todos os amigos e a família de Dominic Toretto (Vin Diesel). Básico, mas funcional.
Há filmes que dependem de um roteiro convincente para almejarem o sucesso. "Velozes e Furiosos" não precisa necessariamente de um script rebuscado, seus personagens se tornaram tão icônicos que por si só conseguem carregar qualquer história.
Aliás, quem vai ao cinema assistir "Velozes e Furiosos" buscando uma boa dose de realidade? Há filmes em que uma crítica contra a sua produção, a seu roteiro, ou às atuações é aceitável. Outros dependem simplesmente da suspensão de descrença, e também do próprio estado de espírito do espectador.
"Velozes e Furiosos 7" conseguiu o que nenhum outro filme da saga conseguiu antes. O teor dramático. É claro que isso tudo se deve ao fato do falecimento do ator Paul Walker, mas não retira o mérito dos roteiristas que souberam utilizar desse artifício no momento exato, sem clichês e sem apelações emotivas.
Brian O'Conner (Paul Walker) deixa a saga de uma maneira digna e coerente com a trama desenvolvida ao longo do filme.
O tributo fica por conta dos incríveis efeitos visuais (que encareceram em 50 milhões a mais no orçamento final) que "ressuscitaram" o ator, permitindo a conclusão do filme.
A última cena, a mais emocionante, é a despedida. Na tela vê-se Paul Walker ao longo dos filmes, a trilha sonora acompanha reproduzindo "See You Again", em seguida, o discurso comovente de Vin Diesel entra em cena para se despedir na saga, de Brian O'Conner e na vida real, de Paul Walker. Por fim, as vidas dos dois tomam caminhos diferentes. Numa metáfora emocionante.
Uma das mais belas cenas reproduzidas no cinema atual, de atores que se tornaram praticamente uma família ao longo de 14 anos da saga, e que encontraram a mais sublime maneira de homenagear a um membro que se despediu de nós, na tela do cinema...
O sétimo filme não desagrada em nenhum dos quesitos que fazem um verdadeiro filme de ação, porém adicionam uma dose dramática acentuada, um misto de tristeza, comoção e nostalgia que o edificam.
Em questão de enredo e de história, não há muita novidade. Vemos o famoso e já batido argumento para justificar toda a ira, raiva, ódio e frieza de um vilão (Jason Statham): a vingança. E é claro que essa vingança inclui exterminar todos os amigos e a família de Dominic Toretto (Vin Diesel). Básico, mas funcional.
Há filmes que dependem de um roteiro convincente para almejarem o sucesso. "Velozes e Furiosos" não precisa necessariamente de um script rebuscado, seus personagens se tornaram tão icônicos que por si só conseguem carregar qualquer história.
Aliás, quem vai ao cinema assistir "Velozes e Furiosos" buscando uma boa dose de realidade? Há filmes em que uma crítica contra a sua produção, a seu roteiro, ou às atuações é aceitável. Outros dependem simplesmente da suspensão de descrença, e também do próprio estado de espírito do espectador.
"Velozes e Furiosos 7" conseguiu o que nenhum outro filme da saga conseguiu antes. O teor dramático. É claro que isso tudo se deve ao fato do falecimento do ator Paul Walker, mas não retira o mérito dos roteiristas que souberam utilizar desse artifício no momento exato, sem clichês e sem apelações emotivas.
Brian O'Conner (Paul Walker) deixa a saga de uma maneira digna e coerente com a trama desenvolvida ao longo do filme.
O tributo fica por conta dos incríveis efeitos visuais (que encareceram em 50 milhões a mais no orçamento final) que "ressuscitaram" o ator, permitindo a conclusão do filme.
A última cena, a mais emocionante, é a despedida. Na tela vê-se Paul Walker ao longo dos filmes, a trilha sonora acompanha reproduzindo "See You Again", em seguida, o discurso comovente de Vin Diesel entra em cena para se despedir na saga, de Brian O'Conner e na vida real, de Paul Walker. Por fim, as vidas dos dois tomam caminhos diferentes. Numa metáfora emocionante.
Uma das mais belas cenas reproduzidas no cinema atual, de atores que se tornaram praticamente uma família ao longo de 14 anos da saga, e que encontraram a mais sublime maneira de homenagear a um membro que se despediu de nós, na tela do cinema...