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Outro grande blockbuster aguardado de 2014 veio apresentando um herói mais humano, com um enredo mais profundo e com incríveis efeitos visuais.
O “Spider-man” nunca foi um herói sério, ou melhor, nunca teve em suas histórias a pretensão de ser sério. Muito pelo contrário, ele sempre teve uma temática mais próxima da comédia, e na verdade, é justamente isso que definiu o homem-aranha. O simples fato de suas narrativas poderem ser mais galhofas, ter vilões mais irreais, e situações mais absurdas é justificado pelo humor exacerbado presente nas suas histórias, o que faz com que tudo isso possa ocorrer sem ser de fato taxado como galhofa e rejeitado por quem está lendo.
Porém, transferir toda essa fantasia para o universo do cinema é um pouco complicado. Isso porque o público atual quer explicação para quase tudo o que acontece; obviamente a suspensão de realidade tem que ser ligada no nível máximo, mas mesmo assim, queremos o mínimo de explicações para que aquilo que está acontecendo se torne pelo menos plausível até mesmo naquele mundo de fantasias. E isso não é tarefa fácil. Mas acredito que esse objetivo foi atingido, não perfeitamente, mas muito melhor do que no primeiro filme.
Algumas das maiores críticas se concentram no fato de o filme não ter muitas cenas de ação, ou de luta. Isso é verdade. Não que não tenha, mas não acontece toda hora, e nesse caso essa diminuição de tais cenas são justificadas pelo simples fato de se tentar adicionar uma história ao filme, tentar elaborar mais os conflitos de Peter Parker, e tornar ele mais humano tentando mostrar mais sobre a história que envolve a família dele e as próprias decisões que ele tem que tomar. E isso é interessante, e não ficou algo maçante e arrastado, pois a adição das cenas de luta torna o filme muito fluido.
E essas cenas merecem um destaque. Que efeitos incríveis. Hoje em dia é muito fácil você ver efeitos especiais em quase todo filme, mas esse se superou. Excelente.
Falando em luta. A maior pergunta era como encaixar três vilões em uma única história. Bem, fica meio óbvio pelo título em português que a história é “mais centrada” no Darth Electro. “Mais centrada” porque o vilão é justificado de uma maneira bem simples, você já entende o que ele quer logo de início e ponto, não se enrola muito na história dele. No Duende Verde é basicamente uma pincelada, é só um rápido
aparecimento para pontuar o seu surgimento. E o terceiro vilão, o Rhino é mais para finalizar. Literalmente.
Embora esses vilões sejam um pouco rasos, não chega a ser prejudicial ao filme de maneira alguma. Talvez sim, pudesse explorar um pouco mais os outros dois vilões, mas acredito que isso fica um pouco mais pra frente.
Um fato que talvez quebre um pouco as “explicações” é justamente quando o Electro aparece, em certas cenas acontecem coisas que não se explicam, e no final fica por isso mesmo. E, em outra cena, agora bem pontual, é quando Peter Parker executa uma habilidade em um ambiente onde todo mundo pode vê-lo, a cena é engraçada, divertida mas não precisava usar a habilidade, isso aconteceu muito no primeiro filme, chegava a ser irritante, eles corrigiram, mas ainda sobrou essa pontinha.
E pra finalizar, é para bater palmas de pé para a coragem de como o filme termina. É fiel para quem sabe um pouquinho da história do Homem-Aranha, e fica muito bom dentro de todo o conceito e conflito que o filme propõe.
A única coisa que fica duvidosa em relação ao filme é o subtítulo brasileiro. “A Ameaça de Electro” é um péssimo subtítulo, e na verdade, nem era para existir. O título original é somente “The Amazing Spider-Man 2”. Enfim. Essas traduções ninguém nunca vai conseguir explicar.
Sendo assim “O Espetacular Homem-Aranha 2” merece 4 estrelas. Um excelente filme de ação com uma ótima história. Mais uma vez a Marvel cumpriu o seu papel e levou para o cinema um filme que é “espetacular”.
O “Spider-man” nunca foi um herói sério, ou melhor, nunca teve em suas histórias a pretensão de ser sério. Muito pelo contrário, ele sempre teve uma temática mais próxima da comédia, e na verdade, é justamente isso que definiu o homem-aranha. O simples fato de suas narrativas poderem ser mais galhofas, ter vilões mais irreais, e situações mais absurdas é justificado pelo humor exacerbado presente nas suas histórias, o que faz com que tudo isso possa ocorrer sem ser de fato taxado como galhofa e rejeitado por quem está lendo.
Porém, transferir toda essa fantasia para o universo do cinema é um pouco complicado. Isso porque o público atual quer explicação para quase tudo o que acontece; obviamente a suspensão de realidade tem que ser ligada no nível máximo, mas mesmo assim, queremos o mínimo de explicações para que aquilo que está acontecendo se torne pelo menos plausível até mesmo naquele mundo de fantasias. E isso não é tarefa fácil. Mas acredito que esse objetivo foi atingido, não perfeitamente, mas muito melhor do que no primeiro filme.
Algumas das maiores críticas se concentram no fato de o filme não ter muitas cenas de ação, ou de luta. Isso é verdade. Não que não tenha, mas não acontece toda hora, e nesse caso essa diminuição de tais cenas são justificadas pelo simples fato de se tentar adicionar uma história ao filme, tentar elaborar mais os conflitos de Peter Parker, e tornar ele mais humano tentando mostrar mais sobre a história que envolve a família dele e as próprias decisões que ele tem que tomar. E isso é interessante, e não ficou algo maçante e arrastado, pois a adição das cenas de luta torna o filme muito fluido.
E essas cenas merecem um destaque. Que efeitos incríveis. Hoje em dia é muito fácil você ver efeitos especiais em quase todo filme, mas esse se superou. Excelente.
Falando em luta. A maior pergunta era como encaixar três vilões em uma única história. Bem, fica meio óbvio pelo título em português que a história é “mais centrada” no Darth Electro. “Mais centrada” porque o vilão é justificado de uma maneira bem simples, você já entende o que ele quer logo de início e ponto, não se enrola muito na história dele. No Duende Verde é basicamente uma pincelada, é só um rápido
aparecimento para pontuar o seu surgimento. E o terceiro vilão, o Rhino é mais para finalizar. Literalmente.
Embora esses vilões sejam um pouco rasos, não chega a ser prejudicial ao filme de maneira alguma. Talvez sim, pudesse explorar um pouco mais os outros dois vilões, mas acredito que isso fica um pouco mais pra frente.
Um fato que talvez quebre um pouco as “explicações” é justamente quando o Electro aparece, em certas cenas acontecem coisas que não se explicam, e no final fica por isso mesmo. E, em outra cena, agora bem pontual, é quando Peter Parker executa uma habilidade em um ambiente onde todo mundo pode vê-lo, a cena é engraçada, divertida mas não precisava usar a habilidade, isso aconteceu muito no primeiro filme, chegava a ser irritante, eles corrigiram, mas ainda sobrou essa pontinha.
E pra finalizar, é para bater palmas de pé para a coragem de como o filme termina. É fiel para quem sabe um pouquinho da história do Homem-Aranha, e fica muito bom dentro de todo o conceito e conflito que o filme propõe.
A única coisa que fica duvidosa em relação ao filme é o subtítulo brasileiro. “A Ameaça de Electro” é um péssimo subtítulo, e na verdade, nem era para existir. O título original é somente “The Amazing Spider-Man 2”. Enfim. Essas traduções ninguém nunca vai conseguir explicar.
Sendo assim “O Espetacular Homem-Aranha 2” merece 4 estrelas. Um excelente filme de ação com uma ótima história. Mais uma vez a Marvel cumpriu o seu papel e levou para o cinema um filme que é “espetacular”.