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O Hobbit: A Desolação de Smaug a continuação do filme de Peter Jackson retirado das fantásticas páginas de J.R.R Tolkien é sem dúvida o filme mais aguardado do ano por todos os fãs desta incrível obra. Desde 2001, quando a saga "O Senhor dos Anéis" estreou nos cinemas entendemos que Peter Jackson não é um diretor comum. Além de grande fã da série e conhecer bastante o universo da terra-média, soube adaptar de forma magistral cenas que em nossas mentes, quando líamos o livro, não eram tão fantásticas assim, e ainda soube realizar adições que só engrandecem todo o filme. E foi exatamente assim com o segundo longa.
Apesar de ter 8 minutos a menos que o primeiro filme (Um Jornada Inesperada), esse parece bem menor. Isso porque o filme ganhou mais agilidade, e mais cenas de ação, bem diferente no primeiro filme, que apesar de bom, tem cenas um tanto quanto cansativas.
Ao longo de 2 horas e 41 minutos somos agraciados por uma interpretação fantástica da mente de Jackson sobre a obra de Tolkien a ponto de que algumas cenas são tão bem desenvolvidas spoiler: como o aparecimento de Sauron
que não poderíamos pensar em outro diretor para filmar essa obra.
Jackson soube ser autêntico e corajoso para colocar sua visão, referenciar e até mesmo cortar algumas passagens que não funcionaria no cinema.
A interpretação de Martin Freeman é um caso a parte. A sua interpretação de Bilbo é aquela que se encaixa no perfil do livro, mas ao mesmo tempo é única.
Apesar da longa duração do filme, temos a sensação de que alguns personagens tiveram passagens muito rápidas, mas não poderia ser diferente num filme um elenco tão farto.
Ir ao cinema assistir "O Hobbit: A Desolação de Smaug" é um experiência única e fantástica. Ver àqueles personagens do livro e relembrar alguns que são inesquecíveis é uma outra sensação agradável. Agora, só temos que aguardar o final de 2014 para vermos a conclusão dessa grande saga. Essa sim vai ser uma jornada muito esperada.
Apesar de ter 8 minutos a menos que o primeiro filme (Um Jornada Inesperada), esse parece bem menor. Isso porque o filme ganhou mais agilidade, e mais cenas de ação, bem diferente no primeiro filme, que apesar de bom, tem cenas um tanto quanto cansativas.
Ao longo de 2 horas e 41 minutos somos agraciados por uma interpretação fantástica da mente de Jackson sobre a obra de Tolkien a ponto de que algumas cenas são tão bem desenvolvidas spoiler: como o aparecimento de Sauron
que não poderíamos pensar em outro diretor para filmar essa obra.
Jackson soube ser autêntico e corajoso para colocar sua visão, referenciar e até mesmo cortar algumas passagens que não funcionaria no cinema.
A interpretação de Martin Freeman é um caso a parte. A sua interpretação de Bilbo é aquela que se encaixa no perfil do livro, mas ao mesmo tempo é única.
Apesar da longa duração do filme, temos a sensação de que alguns personagens tiveram passagens muito rápidas, mas não poderia ser diferente num filme um elenco tão farto.
Ir ao cinema assistir "O Hobbit: A Desolação de Smaug" é um experiência única e fantástica. Ver àqueles personagens do livro e relembrar alguns que são inesquecíveis é uma outra sensação agradável. Agora, só temos que aguardar o final de 2014 para vermos a conclusão dessa grande saga. Essa sim vai ser uma jornada muito esperada.