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A ousadia do diretor é controversa: tem momentos que funciona, outras que não. Os atores estão apagados, menos Anne Hathaway que tem uma grande cena e Hugh Jackman que mesmo cantando com um timbre diferente, consegue se expressar bem. As grandes questões morais, religiosas e políticas são mostradas de forma superficial, afinal, o filme foca mais no visual (muito bonito) e baladas com orquestra crescente. É bom que a nova geração esteja sendo apresentada ao filme, mas fora as atuações e a parte técnica, o filme é apenas aceitável. É redundante dizer que ele se arrasta.