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Poucas séries falaram de maneira tão franca sobre temas complexos como a morte, os distúrbios psicóticos, a solidão e a homossexualidade. Uma série sombria, com toques psicanalíticos e um humor mordaz.
A série começa bem, até você perceber que a estrutura é sempre idêntica: a vice-presidente comete alguma gafe grosseira, e tem que ser salva por sua equipe competente. Pode gerar algumas piadas no começo, mas esse show de auto humilhação em público cansa rapidamente.
Poucas séries debocharam da vida dos ricos tão bem quanto Arrested Development. Os tipos desfuncionais são caricaturas assumidamente grotescas do luxo à americana, com diversas questões morais em cada episódio.
A série que marcou toda uma geração, e que passou a ser copiada por várias outros sitcoms de sucesso (como How I Met Your Mother...). O tipo de série tão boa que marcou para sempre o nome dos atores aos personagens.
Provavelmente a melhor série que já existiu, e certamente a primeira a explorar o gênero da crônica cotidiana, com fatos banais transformados em eventos especiais. Seinfeld foi a série que melhor explorou a estrutura de "duas histórias paralelas que acabam se cruzando no final de cada episódio". Uma lição de roteiro e de comédia inteligente.
Uma série que redefine a noção de geeks e freaks, criando diversos tipos bizarros e estranhos interagindo no ambiente ultra codificado das escolas americanas. Uma deliciosa paródia em que os estereótipos são invertidos: a bela loira é na verdade uma feminista convicta, a garota nerd torna-se sedutora, a mulher negra e católica tem um passado nada cristão, o capitão da equipe de futebol que na verdade é um garoto frágil... Excelente.