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Quanto Mais Quente Melhor é um filme satírico sobre os signos da sociedade, um olhar exterior que só alguém como Billy Wilder, um estrangeiro na América, poderia proporcionar ao cinema de Hollywood. Considerado pelo próprio diretor como sua obra-prima, é de uma rara e bem dosada ironia.
Concentra uma infinidade de temas frequentemente presentes nos seus trabalhos – curiosamente, tanto de suas comédias escrachadas quanto de seus filmes sérios. Fazendo um pequeno apanhado, há aqui desde o alcoolismo, a fuga, a tentação, o interesse material nas relações conjugais, até mesmo os bastidores do mundo do entretenimento. Tudo tratado com muito humor, além de perspicácia para lidar com referências que preenchem o imaginário coletivo e cinematográfico, tais como gângsteres, homens travestidos e mulheres ingênuas e infantilizadas, mas irresistivelmente atraentes.
Lançado em 1959, esta grande comédia apresenta um enredo que data de 1929, um dos anos mais emblemáticos da história norte-americana, marcado pelo crash da bolsa de valores, o qual marca o fim dos loucos anos 20 (os chamados roaring twenties) e o início da grande depressão econômica. Situação que agravaria o contrabando de bebidas durante a Lei Seca (que começou em 1920 e se estendeu até 1933), fomentando todo um comércio clandestino voltado ao consumo de álcool, enriquecendo o crime organizado, liderado por mafiosos como o lendário Al Capone.
Partindo deste contexto, o roteiro de Quanto Mais Quente Melhor traz a história de Joe (Tony Curtis) e Jerry (Jack Lemmon), dois músicos de orquestras de jazz que se apresentavam nestes inferninhos ilegais da Lei Seca, mas que por cargas do destino, acabam sendo involuntariamente testemunhas de um massacre ocorrido no dia de São Valentim. Perseguidos implacavelmente pelos gângsteres autores do crime, se disfarçam de mulheres e fogem para Miami, na Flórida, onde ingressam numa orquestra de mulheres, que conta com a cantora Sugar Kane, vivida por ninguém menos que Marylin Monroe no auge de sua carreira e popularidade.
A melhor comédia de todos os tempos! Um deslembre visual. Isto é cinema!
É a melhor comédia que já assisti! Marilyn está incrivelmente linda como sempre! E Tony Curtis e Jack Lemmon vestidos de mulher estão matando de rir! Está triste? Assista!
Concentra uma infinidade de temas frequentemente presentes nos seus trabalhos – curiosamente, tanto de suas comédias escrachadas quanto de seus filmes sérios. Fazendo um pequeno apanhado, há aqui desde o alcoolismo, a fuga, a tentação, o interesse material nas relações conjugais, até mesmo os bastidores do mundo do entretenimento. Tudo tratado com muito humor, além de perspicácia para lidar com referências que preenchem o imaginário coletivo e cinematográfico, tais como gângsteres, homens travestidos e mulheres ingênuas e infantilizadas, mas irresistivelmente atraentes.
Lançado em 1959, esta grande comédia apresenta um enredo que data de 1929, um dos anos mais emblemáticos da história norte-americana, marcado pelo crash da bolsa de valores, o qual marca o fim dos loucos anos 20 (os chamados roaring twenties) e o início da grande depressão econômica. Situação que agravaria o contrabando de bebidas durante a Lei Seca (que começou em 1920 e se estendeu até 1933), fomentando todo um comércio clandestino voltado ao consumo de álcool, enriquecendo o crime organizado, liderado por mafiosos como o lendário Al Capone.
Partindo deste contexto, o roteiro de Quanto Mais Quente Melhor traz a história de Joe (Tony Curtis) e Jerry (Jack Lemmon), dois músicos de orquestras de jazz que se apresentavam nestes inferninhos ilegais da Lei Seca, mas que por cargas do destino, acabam sendo involuntariamente testemunhas de um massacre ocorrido no dia de São Valentim. Perseguidos implacavelmente pelos gângsteres autores do crime, se disfarçam de mulheres e fogem para Miami, na Flórida, onde ingressam numa orquestra de mulheres, que conta com a cantora Sugar Kane, vivida por ninguém menos que Marylin Monroe no auge de sua carreira e popularidade.
A melhor comédia de todos os tempos! Um deslembre visual. Isto é cinema!
É a melhor comédia que já assisti! Marilyn está incrivelmente linda como sempre! E Tony Curtis e Jack Lemmon vestidos de mulher estão matando de rir! Está triste? Assista!